O índice Nikkei fechou com desvalorização nesta terça-feira (23) (-0,47%), afetado por exportadoras. Na China, a bolsa de Hong Kong encerrou em alta (+1,21%), enquanto a bolsa de Xangai recuou pelo segundo pregão consecutivo (-0,69%).
Exportadoras recuam em Tóquio
Diante da valorização do iene frente ao dólar - de ¥ 91,69 para ¥ 90,94 - papéis de exportadoras declinaram na sessão. Dentre as baixas, enfase para as ações de Honda (-2,2%) e Canon (-0,7%). Vale ressaltar que, segundo o Gabinete Oficial do Japão, as companhias consideram o patamar de ¥ 92,90 como divisor entre lucros e perdas.
Em reflexo do recuo de commodities na sessão, em especial do petróleo, os papéis da Inpex caíram 3,1%, em linha com os da Nippon Mining Holdings, com perdas de 2%. Na mesma esteira, os ativos das importadoras Mitsubishi e Sumitomo recuaram 0,9% e 1,1%, respectivamente.
Diluição acionária em Xangai
A Ping An Insurance afirmou em nota que seus acionistas poderão vender agora as 859,8 milhões que antes não eram negociáveis. O volume corresponde a 11,7% do capital social da seguradora. Como resposta, os papéis da companhia despencaram 8,9% em Xangai.
Por fim, ênfase para a desvalorização de 1,7% das ações do Merchants Bank, após o quinto maior banco da China por valor de mercado ter autorizado oferta de ações, com emissão de 2,04 bilhões de ativos em Xangai e de 449,9 milhões de papéis em Hong Kong.
As principais bolsas europeias operam em leve alta nesta terça-feira (23), impulsionadas pelos resultados publicados nesta manhã e no ritmo de valorização das commodities metálicas. Os investidores acompanham também dados econômicos divulgados na Alemanha e à espera da agenda dos EUA.
Na bolsa londrina, as ações da Wolseley disparam mais de 10% após a fabricante inglesa elevar sua estimativa de lucro para 2010 acima do esperado pelos analistas. Destaque também para o movimento de valorização das mineradoras BHP Billiton (+1,78%), Xstrata (+1,65%) e Anglo American (+1,22%).
Indicadores econômicos
A confiança dos empresários alemães recuou inesperadamente durante o mês de fevereiro, revela estudo do instituto alemão Ifo. O indicador recuou de 95,8 pontos para 95,2 pontos, a primeira queda em onze meses.
Na França, o nível de inflação aos consumidores acelerou para 1,2% na comparação com fevereiro de 2009, o maior incremento desde dezembro de 2008. Apesar disso, o resultado ficou aquém das expectativas de 1,3%. Além disso, os gastos dos consumidores recuaram 2,7% em janeiro, enquanto era esperada queda de 1,1%.
Os investidores também aguardam a agenda econômica dos Estados Unidos, com destaque para a divulgação da confiança do consumidor norte-americano referente ao mês de fevereiro, que será publicada às 12h00, horário de Brasília.
Confira as cotações
O índice CAC 40 da bolsa de Paris negocia em leve baixa de 0,03% e atinge 3.755 pontos, enquanto o DAX 30 da bolsa de Frankfurt sobe 0,01%, chegando a 5.689 pontos. Por outro lado, o FTSE 100 da bolsa de Londres em leve alta de 0,35% a 5.371 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em leve alta de 0,02%, atingindo a 2.779 pontos.
Na agenda desta terça-feira (23), o destaque no cenário interno fica com a Pesquisa Mensal do Comércio e o IPCA-15. Nos Estados Unidos, investidores olham com cuidado índice que mede os preços das casas no país, além da confiança do consumidor. Ainda nesta sessão, TIM e BM&F Bovespa, entre outras empresas, divulgam resultados referentes ao quarto trimestre de 2009.
No Brasil
No Brasil, destaque para divulgação do IPCA - 15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que utiliza a mesma metodologia do IPCA, mas é medido entre os dias 15 de cada mês. O índice foca nas famílias que ganham de 1 a 40 salários mínimos. Ainda na agenda, o IPC - S (Índice de Preços ao Consumidor - Semanal), divulgado pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), calcula a taxa mensal de variação dos preços, apesar da periodicidade semanal.
O Banco Central divulga a Nota do Setor Externo, que contém informações sobre o balanço de pagamento e as reservas internacionais. Já o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publica nesta terça-feira a Pesquisa Mensal do Comércio, que acompanha a evolução da atividade comercial no País.
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Consumer Confidence referente ao mês de fevereiro, medido pela Conference Board. Esse índice mede a confiança dos consumidores em cerca de 5 mil lares norte-americanos. Ainda nesta terça-feira, a agência de classificação de risco S&P (Standard & Poor's) publica o S&P/Case-Shiller Home Price de dezembro. O indicador denota a trajetória dos preços das casas nos EUA por meio de uma média móvel trimestral.
Além disso, o presidente do Fed regional de St. Louis, James Bullard, fará discurso sobre a reforma regulatória na Sociedade de Analistas Financeiros da Virgínia, em Richmond.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 22/02/2010
O índice Nikkei fechou com valorização nesta segunda-feira (22), impulsionado por exportadoras e transportadoras (+2,74%). Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em alta (+2,43%), enquanto a bolsa de Xangai recuou (-0,49%), após ter ficado fechada na última semana pelo feriado do ano novo lunar.
Diante do avanço menor que o esperado da inflação nos EUA em janeiro, medida pelo CPI (Consumer Prices Index), reduzem-se as especulações no mercado quanto à iminência de um aperto monetário pelo Fed.
Construtoras declinam em Xangai
O Goldman Sachs reduziu o preço-alvo de construtoras na China, dados os receios quanto às maiores medidas do governo para conter a expansão de crédito. “Acreditamos que a proposta de aperto poderá afetar o ritmo das construtoras, na venda de imóveis ou na realização de seus bancos de terrenos no curto prazo, e isso pode pesar contra o desempenho da ação”, disse Yi Wang, analista do banco, em relatório.
Em face das projeções nada otimistas do banco, os papéis da construtora Poly Real Estate – segunda maior da China por valor de mercado – caíram 1,7%, assim como os da rival Gemdale, com perdas de 1,5%. Na mesma esteira, as ações da China Merchants Property Development declinaram 1,8%.
Por fim, respondendo à valorização do yuan, como reflexo das expectativas de que o governo da China permitirá maior flexibilidade ao regime de câmbio fixo, os ativos dos bancos Citic Bank e Bank of Communications recuaram 1,6%.
Após uma semana de ganhos, as principais bolsas europeias operam praticamente estáveis nesta segunda-feira (22), com os investidores auferindo parte do lucros ganhos com a recente valorização e de olho no cenário corporativo do continente.
Em Londres, as ações do setor farmacêutico pressionam o índice de referência, com destaque para os papéis da GlaxoSmithKline (-1,60%), que recuam após duas concorrentes norte-americanas alegarem que o remédio contra a diabetes (Avandia) da empresa européia oferecer mais risco de taquicardia frente aos rivais.
Do outro lado do mercado, os papéis da Bunzl disparam mais de 4%, em função do resultado acima do esperado em 2009, que motivou a elevação dos dividendos pagos aos acionistas. As ações do RBS avançam 1,80% com a decisão do CEO, Stephen Hester, em abdicar o pagamento de bônus devidos pelo banco em 2009.
Na Alemanha, as ações da montadora Daimler mantêm o viés negativo dos últimos pregões e recuam cerca de 1,50% nesta manhã, seguidas por Adidas (-0,87%) e Deutsche Lufthansa (-0,85%), em função da greve de pilotos da companhia aérea que já dura mais de quatro dias.
Grécia otimista
O presidente do banco central grego, George Provopoulos, afirmou que o governo está confiante em atingir a meta “muita ambiciosa” de reduzir o déficit fiscal imposta pela União Europeia e não acredita em futuros rebaixamentos por parte das agências de crédito.
Na agenda desta segunda-feira, poucos eventos relevantes deixam o destaque por conta do tradicional relatório Focus e da Balança Comercial no front interno. No âmbito internacional, as atenções concentram-se com ata do Bank of Japan, o Banco Central do país, já que nos Estados Unidos não será publicado nenhum dado econômico importante.
No Brasil
Aqui, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial.
Além disso, o BC ainda publica nesta segunda a Nota de Mercado Aberto, relatório sobre as operações realizadas pela instituição no mercado aberto, como a venda de títulos federais, além de retratar o perfil da dívida pública mobiliária federal interna no período.
Diante do avanço menor que o esperado da inflação nos EUA em janeiro, medida pelo CPI (Consumer Prices Index), reduzem-se as especulações no mercado quanto à iminência de um aperto monetário pelo Fed.
Construtoras declinam em Xangai
O Goldman Sachs reduziu o preço-alvo de construtoras na China, dados os receios quanto às maiores medidas do governo para conter a expansão de crédito. “Acreditamos que a proposta de aperto poderá afetar o ritmo das construtoras, na venda de imóveis ou na realização de seus bancos de terrenos no curto prazo, e isso pode pesar contra o desempenho da ação”, disse Yi Wang, analista do banco, em relatório.
Em face das projeções nada otimistas do banco, os papéis da construtora Poly Real Estate – segunda maior da China por valor de mercado – caíram 1,7%, assim como os da rival Gemdale, com perdas de 1,5%. Na mesma esteira, as ações da China Merchants Property Development declinaram 1,8%.
Por fim, respondendo à valorização do yuan, como reflexo das expectativas de que o governo da China permitirá maior flexibilidade ao regime de câmbio fixo, os ativos dos bancos Citic Bank e Bank of Communications recuaram 1,6%.
Após uma semana de ganhos, as principais bolsas europeias operam praticamente estáveis nesta segunda-feira (22), com os investidores auferindo parte do lucros ganhos com a recente valorização e de olho no cenário corporativo do continente.
Em Londres, as ações do setor farmacêutico pressionam o índice de referência, com destaque para os papéis da GlaxoSmithKline (-1,60%), que recuam após duas concorrentes norte-americanas alegarem que o remédio contra a diabetes (Avandia) da empresa européia oferecer mais risco de taquicardia frente aos rivais.
Do outro lado do mercado, os papéis da Bunzl disparam mais de 4%, em função do resultado acima do esperado em 2009, que motivou a elevação dos dividendos pagos aos acionistas. As ações do RBS avançam 1,80% com a decisão do CEO, Stephen Hester, em abdicar o pagamento de bônus devidos pelo banco em 2009.
Na Alemanha, as ações da montadora Daimler mantêm o viés negativo dos últimos pregões e recuam cerca de 1,50% nesta manhã, seguidas por Adidas (-0,87%) e Deutsche Lufthansa (-0,85%), em função da greve de pilotos da companhia aérea que já dura mais de quatro dias.
Grécia otimista
O presidente do banco central grego, George Provopoulos, afirmou que o governo está confiante em atingir a meta “muita ambiciosa” de reduzir o déficit fiscal imposta pela União Europeia e não acredita em futuros rebaixamentos por parte das agências de crédito.
Na agenda desta segunda-feira, poucos eventos relevantes deixam o destaque por conta do tradicional relatório Focus e da Balança Comercial no front interno. No âmbito internacional, as atenções concentram-se com ata do Bank of Japan, o Banco Central do país, já que nos Estados Unidos não será publicado nenhum dado econômico importante.
No Brasil
Aqui, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial.
Além disso, o BC ainda publica nesta segunda a Nota de Mercado Aberto, relatório sobre as operações realizadas pela instituição no mercado aberto, como a venda de títulos federais, além de retratar o perfil da dívida pública mobiliária federal interna no período.
sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 19/02/2010
O índice Nikkei fechou com desvalorização nesta sexta-feira (19), vendo a maior queda desde o último dia 5 (-2,05%). Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em baixa, afetada pelo setor financeiro (-2,59%). A bolsa de Xangai não operou devido ao feriado do ano novo lunar.
Hong Kong sente Fed
O Federal Reserve elevou a taxa de juro para empréstimos emergenciais a bancos, passando de 0,50% para 0,75%, visando estimular a tomada de crédito no setor privado. Diante do aumento da taxa de redesconto, da valorização do dólar e da expectativa de fraco consumo, os papéis da têxtil Esprit Holdings despencaram 4,7%.
Por fim, ênfase para o recuo dos papéis dos bancos Bank of Communications (-4%) e ICBC (-3,2%), além da desvalorização das ações da construtora China Overseas Land (-2,9%), dados os receios quanto à formação de uma bolha no setor imobiliário chinês.
As principais bolsas europeias também recuam, influenciadas negativamente pelo aumento da taxa de juro para empréstimos emergenciais a bancos por parte do Fed e pelas ações do setor de mineração.
Na noite de quarta-feira (18), o banco central dos EUA elevou a taxa de redesconto de 0,50% para 0,75%, em função do bom momento da economia, conforme o comunicado. Vale lembrar que a inflação ao produtor ficou acima do esperado no mês de janeiro, elevando a expectativa por mais medidas restritivas de crédito.
O aumento de juro inesperado e a queda do cobre afetam as cotações em Londres. As ações das mineradoras Xstrata (-1,52%), Lonmin (-1,43%) e Rio Tinto (-1,05%) recuam nesta manhã, com destaque para os papéis da Anglo American (-2,00%), que apresentou seu resultado referente ao ano de 2009.
O lucro da maior produtora de platina do mundo recuou 53% na comparação com 2008, mas superou as estimativas dos analistas. Contudo, a empresa não pagará pelo segundo ano consecutivo os dividendos aos acionistas, fato que pressiona os papéis na bolsa londrina.
Em Paris, as ações do Carrefour recuam mais de 1%, após a varejista reportar uma queda de 70% em seu lucro líquido na passagem de 2008 para 2009, ficando bem abaixo das estimativas do mercado.
Confira as cotações
O índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em leve baixa de 0,12% e atinge 5.674 pontos, enquanto o CAC 40 da bolsa de Paris cai 0,02%, chegando a 3.747 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em leve baixa de 0,37%, atingindo a 2.768 pontos.
Na agenda desta sexta-feira (19), poucos indicadores de peso levam investidores a prestar atenção especial no IGP - M (Índice Geral de Preços - Mercado) e no CPI (Consumer Price Index), nos EUA, que mede os preços ao consumidor. Além disso, haverá discurso do presidente regional do Fed de Nova York, William Dudley, que falará em Porto Rico no Centro para a Nova Economia.
No Brasil
No Brasil, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga a prévia do IGP - M de fevereiro.
Cenário externo
O Departamento de Trabalho norte-americano traz os dados do Consumer Price Index (CPI), que considera uma cesta fixa de bens e serviços. O mesmo órgão ainda divulga o Core CPI, o índice de inflação mais acompanhado pelo mercado financeiro, já que exclui itens considerados voláteis, como alimentação e energia. (ás 11:30).
Hong Kong sente Fed
O Federal Reserve elevou a taxa de juro para empréstimos emergenciais a bancos, passando de 0,50% para 0,75%, visando estimular a tomada de crédito no setor privado. Diante do aumento da taxa de redesconto, da valorização do dólar e da expectativa de fraco consumo, os papéis da têxtil Esprit Holdings despencaram 4,7%.
Por fim, ênfase para o recuo dos papéis dos bancos Bank of Communications (-4%) e ICBC (-3,2%), além da desvalorização das ações da construtora China Overseas Land (-2,9%), dados os receios quanto à formação de uma bolha no setor imobiliário chinês.
As principais bolsas europeias também recuam, influenciadas negativamente pelo aumento da taxa de juro para empréstimos emergenciais a bancos por parte do Fed e pelas ações do setor de mineração.
Na noite de quarta-feira (18), o banco central dos EUA elevou a taxa de redesconto de 0,50% para 0,75%, em função do bom momento da economia, conforme o comunicado. Vale lembrar que a inflação ao produtor ficou acima do esperado no mês de janeiro, elevando a expectativa por mais medidas restritivas de crédito.
O aumento de juro inesperado e a queda do cobre afetam as cotações em Londres. As ações das mineradoras Xstrata (-1,52%), Lonmin (-1,43%) e Rio Tinto (-1,05%) recuam nesta manhã, com destaque para os papéis da Anglo American (-2,00%), que apresentou seu resultado referente ao ano de 2009.
O lucro da maior produtora de platina do mundo recuou 53% na comparação com 2008, mas superou as estimativas dos analistas. Contudo, a empresa não pagará pelo segundo ano consecutivo os dividendos aos acionistas, fato que pressiona os papéis na bolsa londrina.
Em Paris, as ações do Carrefour recuam mais de 1%, após a varejista reportar uma queda de 70% em seu lucro líquido na passagem de 2008 para 2009, ficando bem abaixo das estimativas do mercado.
Confira as cotações
O índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em leve baixa de 0,12% e atinge 5.674 pontos, enquanto o CAC 40 da bolsa de Paris cai 0,02%, chegando a 3.747 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em leve baixa de 0,37%, atingindo a 2.768 pontos.
Na agenda desta sexta-feira (19), poucos indicadores de peso levam investidores a prestar atenção especial no IGP - M (Índice Geral de Preços - Mercado) e no CPI (Consumer Price Index), nos EUA, que mede os preços ao consumidor. Além disso, haverá discurso do presidente regional do Fed de Nova York, William Dudley, que falará em Porto Rico no Centro para a Nova Economia.
No Brasil
No Brasil, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga a prévia do IGP - M de fevereiro.
Cenário externo
O Departamento de Trabalho norte-americano traz os dados do Consumer Price Index (CPI), que considera uma cesta fixa de bens e serviços. O mesmo órgão ainda divulga o Core CPI, o índice de inflação mais acompanhado pelo mercado financeiro, já que exclui itens considerados voláteis, como alimentação e energia. (ás 11:30).
quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 18/02/2010
O índice Nikkei fechou com ligeira valorização nesta quinta-feira (18), impulsionado por techs (alta de 0,28%). Na China, a bolsa de Hong Kong encerrou em queda (-0,54%), afetada por companhias relacionadas a commodities. A bolsa de Xangai não operou devido ao feriado de ano novo lunar.
Já as principais bolsas europeias operam praticamente estáveis, com os investidores acompanhando a temporada de resultados e atentos à flutuação das commodities nesta manhã.
A queda do cobre e do petróleo pressiona as cotações em Londres, com destaque para os papéis de BT Group (-2,40%), Rio Tinto (-1,35%), Kazakhmys (-1,30%) e Xstrata (-1,20%). Do outro lado do mercado, os papéis da BAE Systems sobem mais de 2%, após a empresa que desenvolve armamento militar revelar que iniciará a recompra de £ 500 milhões em ações.
Em Paris, as ações do Société Générale recuam cerca de 5%, em função do resultado apresentado pelo banco no quarto trimestre. O lucro líquido na passagem subiu para € 221 milhões, mas o aumento acima do esperado da proporção de baixas contábeis em função do montante de ativos e o corte de dividendos não agradaram os investidores.
Na bolsa da Alemanha, os papéis da Daimler despencam mais de 7% nesta manhã, após a empresa revelar prejuízo em 2009 e os diretores do conglomerado afirmarem que “não há motivos para assumir que a crise acabou”.
Além disso, Yiannos Papantoniou, ex-ministro de finanças da Grécia, revelou à agência de notícias CNBC que outros paises do continente realizaram semelhantes acordos com bancos envolvendo operações de swap entre dívidas e derivativos cambiais.
Confira as cotações
O índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em leve baixa de 0,33% e atinge 5.630 pontos, enquanto o FTSE 100 da bolsa de Londres cai 0,11%, chegando a 5.271 pontos. Por outro lado, o CAC 40 da bolsa de Paris em leve baixa de 0,03% a 3.724 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em leve baixa de 0,38%, atingindo a 2.752 pontos.
Na agenda desta quinta-feira (18), os investidores ficarão atentos a dados sobre emprego no Brasil. Nos EUA, entre uma série de indicadores econômicos, as atenções se voltam para o Initial Claims, que traz o número de novos pedidos de auxílio-desemprego no país. Além disso, haverá o último dia de reunião do Bank of Japan.
No Brasil
A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga nesta quarta seu Índice de Preços ao Consumidor referente à segunda quadrissemana de fevereiro. Ainda no Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego anuncia os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para o mês de janeiro.
Cenário externo
O Departamento de Trabalho dos EUA divulga o PPI (Producer Price Index), que mede o preço cobrado pelos produtores. Também é divulgado o Core PPI, formado com exceção aos preços de alimentação.
Nos EUA, será divulgado o Initial Claims semanal, até o dia 13 de fevereiro, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana. O Federal Reserve da Filadélfia divulga o Philadelphia Fed Index, que mede a atividade industrial na região.
O Leading Indicators, organizado pela Conference Board, também será divulgado na sessão. O relatório traz a compilação de diversos indicadores já publicados, como permissão para construção, custo da mão-de-obra e auxílio desemprego. Ainda nesta quinta-feira, a EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo.
O presidente do Fed regional de Atlanta, Dennis Lockhart, fará discurso sobre perspectivas para a economia para a Câmara de Comércio de Augusta. Por último, o presidente do Fed regional de St. Louis, James Bullard, fala sobre a economia norte-americana para o Clube de Economia de Memphis.
Ainda nesta quinta-feira, haverá o segundo e último dia de reunião do Bank of Japan, sobre a condução da política monetária do país.
Já as principais bolsas europeias operam praticamente estáveis, com os investidores acompanhando a temporada de resultados e atentos à flutuação das commodities nesta manhã.
A queda do cobre e do petróleo pressiona as cotações em Londres, com destaque para os papéis de BT Group (-2,40%), Rio Tinto (-1,35%), Kazakhmys (-1,30%) e Xstrata (-1,20%). Do outro lado do mercado, os papéis da BAE Systems sobem mais de 2%, após a empresa que desenvolve armamento militar revelar que iniciará a recompra de £ 500 milhões em ações.
Em Paris, as ações do Société Générale recuam cerca de 5%, em função do resultado apresentado pelo banco no quarto trimestre. O lucro líquido na passagem subiu para € 221 milhões, mas o aumento acima do esperado da proporção de baixas contábeis em função do montante de ativos e o corte de dividendos não agradaram os investidores.
Na bolsa da Alemanha, os papéis da Daimler despencam mais de 7% nesta manhã, após a empresa revelar prejuízo em 2009 e os diretores do conglomerado afirmarem que “não há motivos para assumir que a crise acabou”.
Além disso, Yiannos Papantoniou, ex-ministro de finanças da Grécia, revelou à agência de notícias CNBC que outros paises do continente realizaram semelhantes acordos com bancos envolvendo operações de swap entre dívidas e derivativos cambiais.
Confira as cotações
O índice DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em leve baixa de 0,33% e atinge 5.630 pontos, enquanto o FTSE 100 da bolsa de Londres cai 0,11%, chegando a 5.271 pontos. Por outro lado, o CAC 40 da bolsa de Paris em leve baixa de 0,03% a 3.724 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em leve baixa de 0,38%, atingindo a 2.752 pontos.
Na agenda desta quinta-feira (18), os investidores ficarão atentos a dados sobre emprego no Brasil. Nos EUA, entre uma série de indicadores econômicos, as atenções se voltam para o Initial Claims, que traz o número de novos pedidos de auxílio-desemprego no país. Além disso, haverá o último dia de reunião do Bank of Japan.
No Brasil
A Fipe (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulga nesta quarta seu Índice de Preços ao Consumidor referente à segunda quadrissemana de fevereiro. Ainda no Brasil, o Ministério do Trabalho e Emprego anuncia os dados do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) para o mês de janeiro.
Cenário externo
O Departamento de Trabalho dos EUA divulga o PPI (Producer Price Index), que mede o preço cobrado pelos produtores. Também é divulgado o Core PPI, formado com exceção aos preços de alimentação.
Nos EUA, será divulgado o Initial Claims semanal, até o dia 13 de fevereiro, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana. O Federal Reserve da Filadélfia divulga o Philadelphia Fed Index, que mede a atividade industrial na região.
O Leading Indicators, organizado pela Conference Board, também será divulgado na sessão. O relatório traz a compilação de diversos indicadores já publicados, como permissão para construção, custo da mão-de-obra e auxílio desemprego. Ainda nesta quinta-feira, a EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo.
O presidente do Fed regional de Atlanta, Dennis Lockhart, fará discurso sobre perspectivas para a economia para a Câmara de Comércio de Augusta. Por último, o presidente do Fed regional de St. Louis, James Bullard, fala sobre a economia norte-americana para o Clube de Economia de Memphis.
Ainda nesta quinta-feira, haverá o segundo e último dia de reunião do Bank of Japan, sobre a condução da política monetária do país.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 17/02/2010
O índice Nikkei fechou com valorização (+2,72%) nesta quarta-feira (17), impulsionado por exportadoras. Na China, as bolsas de Hong Kong (+1,31%) e de Xangai (+1,09%) também encerraram em alta.
Diante da valorização do euro frente ao iene, em parte devido aos menores temores quanto à situação fiscal na Grécia, papéis ligados ao setor exportador subiram na sessão. Dentre as altas, ênfase para as ações de Honda (3,8%), Canon (4,2%), Nissan (3,2%) e Sony (3%).
O indicador Baltic Dry Index, que mede o custo do frete para commodities, marcou alta de 1,5%, interrompendo uma sequencia negativa de cinco quedas. Como resposta ao avanço, os papéis das transportadoras Mitsubihi e Mitsui & Co. avançaram 3,4% e 4,9%, respectivamente.
Por fim, em reflexo a um possível acerto entre a BHP Billiton e certas siderúrgicas chinesas para um reajuste provisório com um aumento de 40% nos contratos de minério de ferro, os papéis das siderúrgicas JFE Holdings e Nippon Steel subiram 5,3% e 4,4%, na mesma ordem.
Na Europa, as principais bolsas operam em alta, impulsionadas pelas ações do setor financeiro e com os investidores de olho na agenda econômica dos Estados Unidos.
Em Londres, as ações do Barclays disparam mais de 4%, após o RBS (Royal Bank of Scotland) elevar a recomendação para os papéis para compra e os analistas do Bank of America Merrill Lynch elevarem o preço alvo dos ativos.
O movimento das ações influencia positivamente o setor financeiro na bolsa londrina, com destaque para RBS (+2,70%), Lloyds (+3,08%) e Man Group (+6%). Os papéis do último sobem também em função do desempenho acima do esperado de seu fundo de investimento na semana passada.
Na Alemanha, as ações das siderúrgicas ThyssenKrupp e Salzgitter sobem em compasso com o avanço das commodities metálicas nesta manhã. Na França, os papéis do BNP Paribas ganham mais de 2,50%, após o banco postar lucro acima do esperado no quarto trimestre.
Economia em foco
Os pedidos de auxilio-desemprego no Reino Unido subiram para 1,64 milhão durante janeiro, o maior avanço desde abril de 1997, superando as estimativas dos analistas. Confirmando as expectativas, o PIB (Produto Interno Bruto) espanhol recuou 3,6% em 2009.
Nos EUA, destaque para os dados do setor imobiliário em janeiro (Housing Starts; Building Permits) e aos indicadores do setor industrial (Industrial Production; Capacity Utilization), que serão divulgados às 11h30 e 12h15, respectivamente, horário de Brasília.
Confira as cotações
O índice CAC 40 da bolsa de Paris se destaca, subindo 1,50% e atingindo 3.724 pontos. Já o DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em alta de 1,00% chegando a 5.648 pontos, enquanto o FTSE 100 da bolsa de Londres valoriza-se 0,75% a 5.284 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em alta de 1,39%, atingindo a 2.759 pontos.
A agenda do dia esta recheada de coisas importantes. No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial. Além disso, haverá vencimento de opções sobre Ibovespa e contratos do Ibovespa Futuro.
Cenário externo
O Departamento de Comércio dos EUA divulga nesta quarta-feira o Housing Starts (11:30), que reporta o número de casas que começam a ser construídas no país (exp de 580 mil). O Departamento de Comércio também divulga o total de autorizações para construção de novos imóveis nos EUA (às 11:30 com exp de 620 mil).
Será divulgado também o Industrial Production (às 12:15, exp de 0,2%), índice que avalia o produto das fábricas e minas nos EUA. O Capacity Utilization, que mede a capacidade industrial utilizada, também será divulgado (também às 12:15 co exp de 72,6%). Haverá ainda divulgação do Export Prices, com exceção da agricultura, devido aos subsídios, e do Import Prices, que não mede os preços do petróleo, por causa da volatilidade.
Na Europa, o Bank of England publica a minuta de sua reunião sobre a política monetária para o país. A ata do Fomc também será publicada nesta quarta-feira. Os textos das reuniões são importantes porque devem trazer sinais mais explicítos de quando e como os governos desse países pretendem retirar os estímulos às economias.
Além disso, o Bank of Japan se reúne para definir a política monetária e a taxa de juro básico para o país.
Diante da valorização do euro frente ao iene, em parte devido aos menores temores quanto à situação fiscal na Grécia, papéis ligados ao setor exportador subiram na sessão. Dentre as altas, ênfase para as ações de Honda (3,8%), Canon (4,2%), Nissan (3,2%) e Sony (3%).
O indicador Baltic Dry Index, que mede o custo do frete para commodities, marcou alta de 1,5%, interrompendo uma sequencia negativa de cinco quedas. Como resposta ao avanço, os papéis das transportadoras Mitsubihi e Mitsui & Co. avançaram 3,4% e 4,9%, respectivamente.
Por fim, em reflexo a um possível acerto entre a BHP Billiton e certas siderúrgicas chinesas para um reajuste provisório com um aumento de 40% nos contratos de minério de ferro, os papéis das siderúrgicas JFE Holdings e Nippon Steel subiram 5,3% e 4,4%, na mesma ordem.
Na Europa, as principais bolsas operam em alta, impulsionadas pelas ações do setor financeiro e com os investidores de olho na agenda econômica dos Estados Unidos.
Em Londres, as ações do Barclays disparam mais de 4%, após o RBS (Royal Bank of Scotland) elevar a recomendação para os papéis para compra e os analistas do Bank of America Merrill Lynch elevarem o preço alvo dos ativos.
O movimento das ações influencia positivamente o setor financeiro na bolsa londrina, com destaque para RBS (+2,70%), Lloyds (+3,08%) e Man Group (+6%). Os papéis do último sobem também em função do desempenho acima do esperado de seu fundo de investimento na semana passada.
Na Alemanha, as ações das siderúrgicas ThyssenKrupp e Salzgitter sobem em compasso com o avanço das commodities metálicas nesta manhã. Na França, os papéis do BNP Paribas ganham mais de 2,50%, após o banco postar lucro acima do esperado no quarto trimestre.
Economia em foco
Os pedidos de auxilio-desemprego no Reino Unido subiram para 1,64 milhão durante janeiro, o maior avanço desde abril de 1997, superando as estimativas dos analistas. Confirmando as expectativas, o PIB (Produto Interno Bruto) espanhol recuou 3,6% em 2009.
Nos EUA, destaque para os dados do setor imobiliário em janeiro (Housing Starts; Building Permits) e aos indicadores do setor industrial (Industrial Production; Capacity Utilization), que serão divulgados às 11h30 e 12h15, respectivamente, horário de Brasília.
Confira as cotações
O índice CAC 40 da bolsa de Paris se destaca, subindo 1,50% e atingindo 3.724 pontos. Já o DAX 30 da bolsa de Frankfurt negocia em alta de 1,00% chegando a 5.648 pontos, enquanto o FTSE 100 da bolsa de Londres valoriza-se 0,75% a 5.284 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em alta de 1,39%, atingindo a 2.759 pontos.
A agenda do dia esta recheada de coisas importantes. No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial. Além disso, haverá vencimento de opções sobre Ibovespa e contratos do Ibovespa Futuro.
Cenário externo
O Departamento de Comércio dos EUA divulga nesta quarta-feira o Housing Starts (11:30), que reporta o número de casas que começam a ser construídas no país (exp de 580 mil). O Departamento de Comércio também divulga o total de autorizações para construção de novos imóveis nos EUA (às 11:30 com exp de 620 mil).
Será divulgado também o Industrial Production (às 12:15, exp de 0,2%), índice que avalia o produto das fábricas e minas nos EUA. O Capacity Utilization, que mede a capacidade industrial utilizada, também será divulgado (também às 12:15 co exp de 72,6%). Haverá ainda divulgação do Export Prices, com exceção da agricultura, devido aos subsídios, e do Import Prices, que não mede os preços do petróleo, por causa da volatilidade.
Na Europa, o Bank of England publica a minuta de sua reunião sobre a política monetária para o país. A ata do Fomc também será publicada nesta quarta-feira. Os textos das reuniões são importantes porque devem trazer sinais mais explicítos de quando e como os governos desse países pretendem retirar os estímulos às economias.
Além disso, o Bank of Japan se reúne para definir a política monetária e a taxa de juro básico para o país.
sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 12/02/2010
Por: Equipe InfoMoney
12/02/10 - 07h32
InfoMoney
SÃO PAULO - As principais bolsas europeias operam em alta pela quinta sessão seguida nesta sexta-feira (12), com os investidores avaliando os últimos dados econômicos divulgados no continente e à espera da agenda de indicadores norte-americana.
Na Alemanha, as atenções se voltam para o resultado da ThyssenKrupp. A maior siderúrgica do país revelou lucro de US$ 224 milhões no quarto trimestre de 2009, bem acima do esperado pelo mercado. Com isso, as ações da empresa disparam 4% em Frankfurt.
Enquanto na bolsa de Paris, o destaque fica aos papéis da Alcatel Lucent, que operam com valorização superior a 1%, após os analistas do UBS elevaram a recomendação à ação de manutenção para compra.
Economia em foco
O PIB (Produto Interno Bruto) da Alemanha, ajustado sazonalmente, não registrou variação na passagem do terceiro trimestre para o quarto trimestre de 2009, decepcionando os analistas, que projetavam crescimento de 0,2%.
Do outro lado, a França surpreendeu o mercado ao revelar avanço de 0,6% na mesma base de comparação, enquanto os analistas aguardavam crescimento próximo de 0,2% para a economia francesa.
Além dos dados na Europa, os investidores aguardam a divulgação da agenda econômica norte-americana, composta por Retail Sales (vendas ao varejo), Michigan Sentiment (confiança do consumidor), Business Inventories (nível de vendas e estoques da indústria) e pelo orçamento do Tesouro.
Na agenda desta sexta-feira (12), a proximidade com o feriado prolongado do Carnaval traz poucos indicadores de destaque no front interno, e por isso os investidores ficarão especialmente atentos aos dados norte-americanos. Em primeiro lugar, atenção para o Michigan Sentiment, que traz preliminar da confiança do consumidor dos EUA. Além disso, haverá divulgação do Retail Sales e do Treasury Budget.
No Brasil
No cenário interno, investidores observam o IGP - 10 (Índice Geral de Preços), divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas). O indicador se assemelha aos outros IGPs, mas seu diferencial é o período de mensuração - do dia 11 de janeiro até o dia 10 do mês corrente.
Cenário externo
Nos EUA, a agenda traz o Business Inventories, indicador que mostra o nível de vendas e estoques das indústrias e dos setores de atacado e varejo com base no mês vigente. Ainda nesta sexta-feira, haverá divulgação do índice Retail Sales, um relatório que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. A mesma medida também é publicada desconsiderando o setor automobilístico, devido à volatilidade dos preços mês a mês.
O Departamento do Tesouro divulga o Treasury Budget e a EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo, adiada da quarta-feira por conta da nevasca nos Estados Unidos. E, por último, a Universidade de Michigan publica o Michigan Sentiment, que traz a preliminar da confiança dos consumidores na economia norte-americana atualmente e suas expectativas para o futuro.
12/02/10 - 07h32
InfoMoney
SÃO PAULO - As principais bolsas europeias operam em alta pela quinta sessão seguida nesta sexta-feira (12), com os investidores avaliando os últimos dados econômicos divulgados no continente e à espera da agenda de indicadores norte-americana.
Na Alemanha, as atenções se voltam para o resultado da ThyssenKrupp. A maior siderúrgica do país revelou lucro de US$ 224 milhões no quarto trimestre de 2009, bem acima do esperado pelo mercado. Com isso, as ações da empresa disparam 4% em Frankfurt.
Enquanto na bolsa de Paris, o destaque fica aos papéis da Alcatel Lucent, que operam com valorização superior a 1%, após os analistas do UBS elevaram a recomendação à ação de manutenção para compra.
Economia em foco
O PIB (Produto Interno Bruto) da Alemanha, ajustado sazonalmente, não registrou variação na passagem do terceiro trimestre para o quarto trimestre de 2009, decepcionando os analistas, que projetavam crescimento de 0,2%.
Do outro lado, a França surpreendeu o mercado ao revelar avanço de 0,6% na mesma base de comparação, enquanto os analistas aguardavam crescimento próximo de 0,2% para a economia francesa.
Além dos dados na Europa, os investidores aguardam a divulgação da agenda econômica norte-americana, composta por Retail Sales (vendas ao varejo), Michigan Sentiment (confiança do consumidor), Business Inventories (nível de vendas e estoques da indústria) e pelo orçamento do Tesouro.
Na agenda desta sexta-feira (12), a proximidade com o feriado prolongado do Carnaval traz poucos indicadores de destaque no front interno, e por isso os investidores ficarão especialmente atentos aos dados norte-americanos. Em primeiro lugar, atenção para o Michigan Sentiment, que traz preliminar da confiança do consumidor dos EUA. Além disso, haverá divulgação do Retail Sales e do Treasury Budget.
No Brasil
No cenário interno, investidores observam o IGP - 10 (Índice Geral de Preços), divulgado pela FGV (Fundação Getulio Vargas). O indicador se assemelha aos outros IGPs, mas seu diferencial é o período de mensuração - do dia 11 de janeiro até o dia 10 do mês corrente.
Cenário externo
Nos EUA, a agenda traz o Business Inventories, indicador que mostra o nível de vendas e estoques das indústrias e dos setores de atacado e varejo com base no mês vigente. Ainda nesta sexta-feira, haverá divulgação do índice Retail Sales, um relatório que mede as vendas totais do mercado varejista, desconsiderando o setor de serviços. A mesma medida também é publicada desconsiderando o setor automobilístico, devido à volatilidade dos preços mês a mês.
O Departamento do Tesouro divulga o Treasury Budget e a EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo, adiada da quarta-feira por conta da nevasca nos Estados Unidos. E, por último, a Universidade de Michigan publica o Michigan Sentiment, que traz a preliminar da confiança dos consumidores na economia norte-americana atualmente e suas expectativas para o futuro.
quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 11/02/2010
Os principais mercados de ações asiáticos viveram uma nova sessão de ganhos nesta quinta-feira (11), influenciados positivamente pela maior confiança dos investidores quanto ao plano de resgate à Grécia e frente dados favoráveis divulgados na China.
Espera-se que os líderes políticos da União Europeia definam um pacote básico de ajuda àquele país, que se encontra em severas dificuldades e havia inflado as incertezas sobre as dívidas soberanas.
Sob controle
Por outro lado, os investidores foram surpreendidos favoravelmente pela inflação ao consumidor mais baixa do que o esperado na China, o que pode sinalizar para uma necessidade menor de enrijecimento monetário por parte do governo.
As bolsas europeias operam em alta, tendência que se estende aos mercados futuros dos EUA. Em linha, as cotações do petróleo e do ouro sobem, desfavorecendo o dólar, que se desvaloriza frente às principais divisas do mundo – euro, libra esterlina e iene.
Diante dos déficits gêmeos (em conta corrente e fiscal) na Grécia, ministros de Finanças da União Europeia concordaram em tomar “uma ação determina e coordenada” para ajudar o país helênico, conforme informado por uma fonte oficial à agência Reuters. O aporte contará com a expertise do FMI (Fundo Monetário Internacional), porém não será envolvido dinheiro qualquer do fundo.
Inflação recua, volume de empréstimos não
Na China, o CPI (Consumer Price Index) relatou avanço de 1,5% em janeiro, aquém do esperado por analistas (2%) e do visto em dezembro (1,9%). Se a inflação reduz temores quanto à necessidade de um aperto monetário, a expansão do crédito não dá trégua no país asiático.
Conforme dados do PBoC (People’s Bank of China), o volume de empréstimos em janeiro totalizou 1,39 trilhão de yuans (US$ 203,5 bilhões), mais de três vezes acima dos 379,8 bilhões de yuans vistos em dezembro último e equivalente a 18,5% do estimado pela instituição monetária para o ano inteiro.
Apesar de quase 20% da munição já ter sido gasta, Jing Ulrich, analista do JPMorgan, crê na continuidade da expansão de crédito. “O volume de empréstimos deverá se manter relativamente forte, a fim de prover suporte financeiro para os projetos de infraestrutura, além das empresas que se beneficiam da ajuda do governo”.
Desavalancagem com 25% do PIB perdido
Em relatório recente denominado “dívidas e desavalancagem: a bolha global de crédito e as decorrências econômicas”, analistas da McKinsey Global Insight acreditam que a desavalancagem começará agora nos EUA. Através da análise das últimas 32 crises desde a Grande Depressão, a instituição conclui que o tempo médio para a operação é de seis a sete anos. Neste período, o impacto médio no PIB (Produto Interno Bruto) é de 25%, o que remete a um possível espelho do Japão: a doença da estagnação econômica.
Bomba relógio
Para Marc Faber, conhecido como Dr. Doom pelo seu pessimismo, é só uma questão de tempo para que os governos das economias desenvolvidas vivenciem um default. “No mundo desenvolvido, nós temos muita dívida em relação ao PIB - em termos de gastos do Estado em relação ao nível de produto -, além de obrigações que vencerão, as quais são tão grandes que esses governos terão que emitir dinheiro antes do default”, dispara Faber.
Viagem do déficit
A crise fiscal viajará de Atenas para Londres, com provável escala em Madri, até atingir Washington. É essa a trajetória prevista por Niall Ferguson, editor do Financial Times, ao olhar para as projeções da Casa Branca e para a situação na Zona do Euro. “A dívida bruta federal [dos EUA] em mãos públicas excederá 100% do PIB em apenas dois anos. Neste ano, como no passado, o déficit federal será aproximadamente 10% do PIB”, afirma Ferguson, em referência às previsões do Gabinete de Orçamento do Congresso dos EUA. “As projeções de longo prazo sugerem que os EUA nunca mais terão um orçamento balanceado”.
Por aqui
No âmbito doméstico, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) traz o Índice de Nível de Emprego (11h00) da indústria paulista, referente ao mês de janeiro. A FGV (Fundação Getulio Vargas), em parceria com a AES Eletropaulo, publicará o SPI (Sinalizador da Produção Industrial), que antecipará a tendência da atividade industrial no estado de São Paulo no último mês.
De São Paulo para o restante do País, o SPC Brasil (Serviço Nacional de Proteção ao Crédito) divulgará às 10h30 o índice de Vendas e Inadimplência, que se refere ao mês de janeiro deste ano. A análise envolve mais de 150 milhões de CPFs (Cadastro de Pessoa Física) em todo o território nacional.
No cenário corporativo, destaque para a divulgação do resultado do Paraná Banco, antes da abertura do mercado. Logo após o fechamento, saem os números de Açúcar Guarani, Tarpon e Souza Cruz. Além disso, as seguintes empresas realizarão teleconferência com os acionistas: Vivo (9h00), Banrisul (10h00), Bic Banco (11h00), Vale (12h00), Banco Daycoval (14h30) e Porto Seguro (11h30).
Resultados animam
A Rio Tinto mostrou lucro líquido de US$ 2,4 bilhões no segundo semestre de 2009, recuperando-se do prejuízo de US$ 3,3 bilhões em período igual do ano anterior. No acumulado do ano passado, o lucro da terceira maior mineradora do mundo recuou 39%, para US$ 6,3 bilhões.
Na Europa, o Credit Suisse revelou lucro líquido de 793 milhões de francos suíços (US$ 746 milhões) nos três meses encerrados em dezembro passado, aquém das projeções dos analisatas (1,3 bilhão de francos suíços), porém acima do visto em período igual de 2008, quando o banco relatou prejuízo de 6,02 bilhões de francos suíços.
Na agenda desta quinta-feira (11), poucos indicadores econômicos de abrangência nacional despertam a atenção dos investidores. Com o temor de que a recuperação econômica será menos vigorosa do que o anteriormente estimado, o foco nos EUA ficará com a divulgação do Initial Claims, que traz o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos pela primeira vez na última semana. Haverá ainda continuação da publicação dos balanços referentes ao último trimestre, tanto no aqui quanto no mercado externo.
No Brasil
A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulga o Índice de Nível de Emprego da indústria paulista, referente ao mês de janeiro deste ano. A FGV (Fundação Getúlio Vargas) publica, em parceria com a AES Eletropaulo, o Sinalizador da Produção Industrial, que antecipa tendência da atividade industrial no estado de São Paulo.
Partindo para um cenário mais abrangente, o SPC Brasil (Serviço Nacional de Proteção ao Crédito) divulga o índice de Vendas e Inadimplência, referente ao mês de janeiro deste ano. A análise envolve mais de 150 milhões de CPFs (Cadastro de Pessoa Física) em todo o território nacional.
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Initial Claims semanal, até o dia 6 de fevereiro, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana, às 11:30. Na parte de balanços, Pepsico, Viacom, Phillip Morris, Total e REvlon divulgam seus resultados antes do pregão.
Espera-se que os líderes políticos da União Europeia definam um pacote básico de ajuda àquele país, que se encontra em severas dificuldades e havia inflado as incertezas sobre as dívidas soberanas.
Sob controle
Por outro lado, os investidores foram surpreendidos favoravelmente pela inflação ao consumidor mais baixa do que o esperado na China, o que pode sinalizar para uma necessidade menor de enrijecimento monetário por parte do governo.
As bolsas europeias operam em alta, tendência que se estende aos mercados futuros dos EUA. Em linha, as cotações do petróleo e do ouro sobem, desfavorecendo o dólar, que se desvaloriza frente às principais divisas do mundo – euro, libra esterlina e iene.
Diante dos déficits gêmeos (em conta corrente e fiscal) na Grécia, ministros de Finanças da União Europeia concordaram em tomar “uma ação determina e coordenada” para ajudar o país helênico, conforme informado por uma fonte oficial à agência Reuters. O aporte contará com a expertise do FMI (Fundo Monetário Internacional), porém não será envolvido dinheiro qualquer do fundo.
Inflação recua, volume de empréstimos não
Na China, o CPI (Consumer Price Index) relatou avanço de 1,5% em janeiro, aquém do esperado por analistas (2%) e do visto em dezembro (1,9%). Se a inflação reduz temores quanto à necessidade de um aperto monetário, a expansão do crédito não dá trégua no país asiático.
Conforme dados do PBoC (People’s Bank of China), o volume de empréstimos em janeiro totalizou 1,39 trilhão de yuans (US$ 203,5 bilhões), mais de três vezes acima dos 379,8 bilhões de yuans vistos em dezembro último e equivalente a 18,5% do estimado pela instituição monetária para o ano inteiro.
Apesar de quase 20% da munição já ter sido gasta, Jing Ulrich, analista do JPMorgan, crê na continuidade da expansão de crédito. “O volume de empréstimos deverá se manter relativamente forte, a fim de prover suporte financeiro para os projetos de infraestrutura, além das empresas que se beneficiam da ajuda do governo”.
Desavalancagem com 25% do PIB perdido
Em relatório recente denominado “dívidas e desavalancagem: a bolha global de crédito e as decorrências econômicas”, analistas da McKinsey Global Insight acreditam que a desavalancagem começará agora nos EUA. Através da análise das últimas 32 crises desde a Grande Depressão, a instituição conclui que o tempo médio para a operação é de seis a sete anos. Neste período, o impacto médio no PIB (Produto Interno Bruto) é de 25%, o que remete a um possível espelho do Japão: a doença da estagnação econômica.
Bomba relógio
Para Marc Faber, conhecido como Dr. Doom pelo seu pessimismo, é só uma questão de tempo para que os governos das economias desenvolvidas vivenciem um default. “No mundo desenvolvido, nós temos muita dívida em relação ao PIB - em termos de gastos do Estado em relação ao nível de produto -, além de obrigações que vencerão, as quais são tão grandes que esses governos terão que emitir dinheiro antes do default”, dispara Faber.
Viagem do déficit
A crise fiscal viajará de Atenas para Londres, com provável escala em Madri, até atingir Washington. É essa a trajetória prevista por Niall Ferguson, editor do Financial Times, ao olhar para as projeções da Casa Branca e para a situação na Zona do Euro. “A dívida bruta federal [dos EUA] em mãos públicas excederá 100% do PIB em apenas dois anos. Neste ano, como no passado, o déficit federal será aproximadamente 10% do PIB”, afirma Ferguson, em referência às previsões do Gabinete de Orçamento do Congresso dos EUA. “As projeções de longo prazo sugerem que os EUA nunca mais terão um orçamento balanceado”.
Por aqui
No âmbito doméstico, a Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) traz o Índice de Nível de Emprego (11h00) da indústria paulista, referente ao mês de janeiro. A FGV (Fundação Getulio Vargas), em parceria com a AES Eletropaulo, publicará o SPI (Sinalizador da Produção Industrial), que antecipará a tendência da atividade industrial no estado de São Paulo no último mês.
De São Paulo para o restante do País, o SPC Brasil (Serviço Nacional de Proteção ao Crédito) divulgará às 10h30 o índice de Vendas e Inadimplência, que se refere ao mês de janeiro deste ano. A análise envolve mais de 150 milhões de CPFs (Cadastro de Pessoa Física) em todo o território nacional.
No cenário corporativo, destaque para a divulgação do resultado do Paraná Banco, antes da abertura do mercado. Logo após o fechamento, saem os números de Açúcar Guarani, Tarpon e Souza Cruz. Além disso, as seguintes empresas realizarão teleconferência com os acionistas: Vivo (9h00), Banrisul (10h00), Bic Banco (11h00), Vale (12h00), Banco Daycoval (14h30) e Porto Seguro (11h30).
Resultados animam
A Rio Tinto mostrou lucro líquido de US$ 2,4 bilhões no segundo semestre de 2009, recuperando-se do prejuízo de US$ 3,3 bilhões em período igual do ano anterior. No acumulado do ano passado, o lucro da terceira maior mineradora do mundo recuou 39%, para US$ 6,3 bilhões.
Na Europa, o Credit Suisse revelou lucro líquido de 793 milhões de francos suíços (US$ 746 milhões) nos três meses encerrados em dezembro passado, aquém das projeções dos analisatas (1,3 bilhão de francos suíços), porém acima do visto em período igual de 2008, quando o banco relatou prejuízo de 6,02 bilhões de francos suíços.
Na agenda desta quinta-feira (11), poucos indicadores econômicos de abrangência nacional despertam a atenção dos investidores. Com o temor de que a recuperação econômica será menos vigorosa do que o anteriormente estimado, o foco nos EUA ficará com a divulgação do Initial Claims, que traz o número de pedidos de auxílio-desemprego feitos pela primeira vez na última semana. Haverá ainda continuação da publicação dos balanços referentes ao último trimestre, tanto no aqui quanto no mercado externo.
No Brasil
A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) divulga o Índice de Nível de Emprego da indústria paulista, referente ao mês de janeiro deste ano. A FGV (Fundação Getúlio Vargas) publica, em parceria com a AES Eletropaulo, o Sinalizador da Produção Industrial, que antecipa tendência da atividade industrial no estado de São Paulo.
Partindo para um cenário mais abrangente, o SPC Brasil (Serviço Nacional de Proteção ao Crédito) divulga o índice de Vendas e Inadimplência, referente ao mês de janeiro deste ano. A análise envolve mais de 150 milhões de CPFs (Cadastro de Pessoa Física) em todo o território nacional.
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Initial Claims semanal, até o dia 6 de fevereiro, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana, às 11:30. Na parte de balanços, Pepsico, Viacom, Phillip Morris, Total e REvlon divulgam seus resultados antes do pregão.
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 10/02/2010
FONTE: INFOMONEY
A quarta-feira (10) começou com otimismo no mercado financeiro no mundo inteiro permeado por boas noticias na Europa e Asia. Pelo primeira vez em cinco pregões, o índice Nikkei fechou com valorização hoje, impulsionado por exportadoras e transportadoras. Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em alta, assim como a bolsa de Xangai, cujo índice Shangai Composite subiu pela segunda sessão consecutiva.
Além disso, projeções mais otimistas estão ganhando forma no Japão. Os pedidos de bens duráveis no Japão subiram em um ritmo maior do que o esperado, ao avançar 20,6% na base mensal durante dezembro, reduzindo temores quanto a uma possível redução nos gastos com bens de capital. Na China, as exportações relataram avanço de 21% em janeiro, na base de comparação mensal. A variação positiva ocorre pelo segundo mês consecutivo e ajuda a reduzir temores de uma nova queda, dados os 13 declínios anteriores à sequência ascendente. Já as importações relataram alta recorde de 85,5% em comparação ao mês anterior.
Já na Europa. as principais bolsas operam em alta de aproximadamente 0,60% , em resposta ao aumento dos rumores de que a União Europeia ajudará a Grécia a combater seu déficit fiscal.
Com isso, os bancos Lloyds (+4,40%), Barclays (+2,93%), RBS (+2,76%) e Standard Chartered (+1,42%) são os destaques de alta na bolsa de Londres, assim como as ações da mineradora BHP Billiton, após apresentar os resultados de 2009.
O lucro da maior mineradora do mundo somou US$ 6,1 bilhões durante o segundo semestre de 2009, bem acima dos US$ 5,5 bilhões esperados pelos analistas. Além disso, a empresa confirmou que elevará em 63% os gastos com investimentos e está aberta para aquisições.
Do outro lado, em Amsterdã, os papéis da ArcelorMittal recuam mais de 4% nesta manhã, em função do resultado apresentado no quarto trimestre. O Ebitda (geração operacional de caixa) da siderúrgica recuou 24% na passagem trimestral, para US$ 2,13 bilhões, aquém das expectativas dos analistas, que esperavam cerca de US$ 2,18 bilhões.
Na agenda desta quarta-feira (10), os investidores ficarão atentos à temporada de divulgação de resultados, com especial destaque para a Vale, que trará seu balanço do quarto trimestre após o pregão. Nos EUA, atenção para a Trade Balance e o Treasury Budget.
Cenário interno
No Brasil, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga a prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) deste mês. Na parte de balanços, Banrisul, Bic Banco, Vivo e NET publicam seus resultados antes do pregão e São Martinho, Cremer, Vale, Light e Dacoval.
Nos EUA
Ainda nesta quarta-feira, o Departamento do Tesouro divulga o Treasury Budget e a EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo. Haverá ainda a divulgação da Trade Balance de dezembro pelo Departamento de Comércio dos EUA.
O membro do Federal Reserve Daniel Tarullo fala ao Subcomitê Bancário do Senado sobre Finanças e Negócios Internacionais, com o assunto "Equipando Reguladores Financeiros com as Ferramentas Necessárias para Monitorar Risco Sistêmico". O presidente regional do Fed da Filadélfia, Charles Plosser, fará discurso sobre lições da crise financeira no Conselho de Assuntos Mundiais.
Por último, o destaque fica com o as anotações do discurso que o presidente do Fed, Ben Bernanke,faria para o Comitê de Serviços Financeiros do Congresso, sobre os programas emergenciais federais de liquidez. A apresentação foi postergada devido ao mau tempo.
Na parte de balanços, AcelorMettal, Nextel e New York Times, divulgam seus resultados antes do pregão.
A quarta-feira (10) começou com otimismo no mercado financeiro no mundo inteiro permeado por boas noticias na Europa e Asia. Pelo primeira vez em cinco pregões, o índice Nikkei fechou com valorização hoje, impulsionado por exportadoras e transportadoras. Na China, a bolsa de Hong Kong também encerrou em alta, assim como a bolsa de Xangai, cujo índice Shangai Composite subiu pela segunda sessão consecutiva.
Além disso, projeções mais otimistas estão ganhando forma no Japão. Os pedidos de bens duráveis no Japão subiram em um ritmo maior do que o esperado, ao avançar 20,6% na base mensal durante dezembro, reduzindo temores quanto a uma possível redução nos gastos com bens de capital. Na China, as exportações relataram avanço de 21% em janeiro, na base de comparação mensal. A variação positiva ocorre pelo segundo mês consecutivo e ajuda a reduzir temores de uma nova queda, dados os 13 declínios anteriores à sequência ascendente. Já as importações relataram alta recorde de 85,5% em comparação ao mês anterior.
Já na Europa. as principais bolsas operam em alta de aproximadamente 0,60% , em resposta ao aumento dos rumores de que a União Europeia ajudará a Grécia a combater seu déficit fiscal.
Com isso, os bancos Lloyds (+4,40%), Barclays (+2,93%), RBS (+2,76%) e Standard Chartered (+1,42%) são os destaques de alta na bolsa de Londres, assim como as ações da mineradora BHP Billiton, após apresentar os resultados de 2009.
O lucro da maior mineradora do mundo somou US$ 6,1 bilhões durante o segundo semestre de 2009, bem acima dos US$ 5,5 bilhões esperados pelos analistas. Além disso, a empresa confirmou que elevará em 63% os gastos com investimentos e está aberta para aquisições.
Do outro lado, em Amsterdã, os papéis da ArcelorMittal recuam mais de 4% nesta manhã, em função do resultado apresentado no quarto trimestre. O Ebitda (geração operacional de caixa) da siderúrgica recuou 24% na passagem trimestral, para US$ 2,13 bilhões, aquém das expectativas dos analistas, que esperavam cerca de US$ 2,18 bilhões.
Na agenda desta quarta-feira (10), os investidores ficarão atentos à temporada de divulgação de resultados, com especial destaque para a Vale, que trará seu balanço do quarto trimestre após o pregão. Nos EUA, atenção para a Trade Balance e o Treasury Budget.
Cenário interno
No Brasil, a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga a prévia do IGP-M (Índice Geral de Preços - Mercado) deste mês. Na parte de balanços, Banrisul, Bic Banco, Vivo e NET publicam seus resultados antes do pregão e São Martinho, Cremer, Vale, Light e Dacoval.
Nos EUA
Ainda nesta quarta-feira, o Departamento do Tesouro divulga o Treasury Budget e a EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo. Haverá ainda a divulgação da Trade Balance de dezembro pelo Departamento de Comércio dos EUA.
O membro do Federal Reserve Daniel Tarullo fala ao Subcomitê Bancário do Senado sobre Finanças e Negócios Internacionais, com o assunto "Equipando Reguladores Financeiros com as Ferramentas Necessárias para Monitorar Risco Sistêmico". O presidente regional do Fed da Filadélfia, Charles Plosser, fará discurso sobre lições da crise financeira no Conselho de Assuntos Mundiais.
Por último, o destaque fica com o as anotações do discurso que o presidente do Fed, Ben Bernanke,faria para o Comitê de Serviços Financeiros do Congresso, sobre os programas emergenciais federais de liquidez. A apresentação foi postergada devido ao mau tempo.
Na parte de balanços, AcelorMettal, Nextel e New York Times, divulgam seus resultados antes do pregão.
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 09/02/2010
Apesar da bolsa no Japão ter fechado em queda pela quarta sessão seguida, os mercados na China fecharam em altas expressivas, de 1,22% para Hang Seng e 0,47% em Shangai e indicam um dia de alta já que os mercados europeus operam em ligeira alta (aproximadamente 0,2%) com os investidores de olho nos indicadores econômicos divulgados no continente e acompanhando o rali de alta dos bancos desta manhã e os índices futuros dos três principais mercados dos EUA também operam em alta.
Na agenda desta terça-feira (9), destaque para dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre emprego e salário na indústria e sobre a produção do setor agrícola.Os investidores também ficarão atentos à agenda de divulgação de resultados, com destaque para o Itaú Unibanco, que publica seu balanço antes do pregão. Nos EUA, foco para o Wholesale Inventories e resultados da Nyse Euronext.
Cenário interno
O IBGE divulga a Expectativa para a Safra Agrícola, medida em toneladas, e o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, medido mensalmente e que calcula o montante acumulado desde o início do ano. Ainda nesta terça-feira, o IBGE publica também a Pesquisa Industrial do Emprego e Salário, que produz indicadores de curto prazo sobre o comportamento do emprego e dos salários nas atividades industriais em termos nominais e reais.
Também será divulgado a variação quadrissemanal do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) medido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas). Ainda nesta terça-feira, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) divulga o ICV (Índice de Custo de Vida), que traz o custo de vida dos moradores do município de São Paulo, referente ao mês de dezembro.
Na agenda de divulgação de relatórios, o Itaú Unibanco e a Porto Seguro divulgam balanços antes do mercado enquanto as industrias Romi e a Brasil Agro divulgam seus balanços após o mercado.
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Wholesale Inventories, que contém informações sobre a venda e os estoques do setor atacadista norte-americano e é preparado pelo Departamento de Comércio. Na parte de balanços, a Coca Cola, a Warner Music, a NYSE Euronext e a Walt Disney, divulgam seus relatórios antes do mercado.
Na agenda desta terça-feira (9), destaque para dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) sobre emprego e salário na indústria e sobre a produção do setor agrícola.Os investidores também ficarão atentos à agenda de divulgação de resultados, com destaque para o Itaú Unibanco, que publica seu balanço antes do pregão. Nos EUA, foco para o Wholesale Inventories e resultados da Nyse Euronext.
Cenário interno
O IBGE divulga a Expectativa para a Safra Agrícola, medida em toneladas, e o Levantamento Sistemático da Produção Agrícola, medido mensalmente e que calcula o montante acumulado desde o início do ano. Ainda nesta terça-feira, o IBGE publica também a Pesquisa Industrial do Emprego e Salário, que produz indicadores de curto prazo sobre o comportamento do emprego e dos salários nas atividades industriais em termos nominais e reais.
Também será divulgado a variação quadrissemanal do IPC (Índice de Preços ao Consumidor) medido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas). Ainda nesta terça-feira, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Sócio-Econômicos) divulga o ICV (Índice de Custo de Vida), que traz o custo de vida dos moradores do município de São Paulo, referente ao mês de dezembro.
Na agenda de divulgação de relatórios, o Itaú Unibanco e a Porto Seguro divulgam balanços antes do mercado enquanto as industrias Romi e a Brasil Agro divulgam seus balanços após o mercado.
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Wholesale Inventories, que contém informações sobre a venda e os estoques do setor atacadista norte-americano e é preparado pelo Departamento de Comércio. Na parte de balanços, a Coca Cola, a Warner Music, a NYSE Euronext e a Walt Disney, divulgam seus relatórios antes do mercado.
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 08/02/2010
Os mercados lá foram estão operando nesta segunda feira com perspectivas diferentes. O mercado asiático fechou em baixa, ainda refletindo o mau humor que reinou nos últimos dias da semana passada. No Japão, o Nikkei fechou em -1,05%, o Hang Seng caiu 0,77% e a bolsa de Shangai caiu 0,14%.
No lado europeu, as principais bolsas voltam a operar em alta , em resposta à valorização das empresas do setor de energia e às palavras do presidente do BCE (Banco Central Europeu) em relação ao futuro do déficit grego.
Em discurso, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, afirmou que os membros do banco central estão confiantes na capacidade da Grécia em reduzir seu déficit fiscal abaixo de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) nos próximos anos, trazendo certo ânimo ao mercado.
Porém, grande parte da recuperação vista nesta manhã deve-se a forte queda das bolsas europeias durante a última semana, a maior desvalorização verificada no continente em 11 meses.
Naagenda desta segunda-feira, O Brasil apresenta o Relatório Focus e vencimento de opções sobre ações, além da balança comercial em sua medição semanal e IPC-S. Nos EUA, não haverá divulgação de nenhum indicador relevante.
No Brasil
No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial.
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga seu Índice de Preços ao Consumidor - Semanal, referente à segunda quadrissemana do mês. Haverá ainda vencimento de opções sobre ações.
Ainda nesta segunda-feira, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) publica a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.
Nos balanços corporativos, a Gafisa divulgará seus resultados após o mercado. Nos EUA, segue abaixo a lista de empresas que divulgaram resultados hoje.
Empresa Esperado Anterior
Albany Molecular -0.07 0.10
American Capital Agency 1.29 0.73
Boardwalk Pipeline 0.30 0.40
CNA Financial 0.73 -0.15
Hasbro 0.81 0.62
Himax Tech 0.05 0.03
Otter Tail Power 0.34 0.38
Parkway Prop 0.67 0.77
Post Properties 0.14 0.41
Principal Fincl 0.65 0.69
Qiagen 0.22 0.22
Rentrak 0.10 0.11
Skilled Healthcare 0.22 0.28
SRA Intl 0.28 0.19
Terremark Worldwide -0.08 -0.15
Time Warner Tcom 0.05 0.06
Veeco Instruments 0.34 0.11
Vulcan Materials -0.01 0.14
W.R. Berkley 0.67 0.62
Waste Connections 0.37 0.34
Zoltek -0.03 0.02
No lado europeu, as principais bolsas voltam a operar em alta , em resposta à valorização das empresas do setor de energia e às palavras do presidente do BCE (Banco Central Europeu) em relação ao futuro do déficit grego.
Em discurso, o presidente do BCE, Jean-Claude Trichet, afirmou que os membros do banco central estão confiantes na capacidade da Grécia em reduzir seu déficit fiscal abaixo de 3% do PIB (Produto Interno Bruto) nos próximos anos, trazendo certo ânimo ao mercado.
Porém, grande parte da recuperação vista nesta manhã deve-se a forte queda das bolsas europeias durante a última semana, a maior desvalorização verificada no continente em 11 meses.
Naagenda desta segunda-feira, O Brasil apresenta o Relatório Focus e vencimento de opções sobre ações, além da balança comercial em sua medição semanal e IPC-S. Nos EUA, não haverá divulgação de nenhum indicador relevante.
No Brasil
No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial.
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga seu Índice de Preços ao Consumidor - Semanal, referente à segunda quadrissemana do mês. Haverá ainda vencimento de opções sobre ações.
Ainda nesta segunda-feira, o Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos) publica a Pesquisa Nacional da Cesta Básica.
Nos balanços corporativos, a Gafisa divulgará seus resultados após o mercado. Nos EUA, segue abaixo a lista de empresas que divulgaram resultados hoje.
Empresa Esperado Anterior
Albany Molecular -0.07 0.10
American Capital Agency 1.29 0.73
Boardwalk Pipeline 0.30 0.40
CNA Financial 0.73 -0.15
Hasbro 0.81 0.62
Himax Tech 0.05 0.03
Otter Tail Power 0.34 0.38
Parkway Prop 0.67 0.77
Post Properties 0.14 0.41
Principal Fincl 0.65 0.69
Qiagen 0.22 0.22
Rentrak 0.10 0.11
Skilled Healthcare 0.22 0.28
SRA Intl 0.28 0.19
Terremark Worldwide -0.08 -0.15
Time Warner Tcom 0.05 0.06
Veeco Instruments 0.34 0.11
Vulcan Materials -0.01 0.14
W.R. Berkley 0.67 0.62
Waste Connections 0.37 0.34
Zoltek -0.03 0.02
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado para 05/02/2010
As principais bolsas europeias operam em baixa nesta sexta-feira (5), com os investidores acompanhando de perto o desfecho em relação ao futuro do déficit fiscal de Portugal, Grécia e Espanha, além da expectativa pelo Relatório de Emprego dos EUA.
Às 11h30, horário de Brasília, será publicada a compilação de indicadores sobre o desempenho do mercado de trabalho norte-americano em janeiro. Os analistas de mercado esperavam um corte de 15 mil postos de trabalho e a estabilização da taxa de desemprego em 10%.
No momento, i índice CAC 40 da bolsa de Paris se destaca, caindo 1,05% e atingindo 3.651 pontos. Já o FTSE 100 da bolsa de Londres negocia em baixa de 0,96% chegando a 5.090 pontos, enquanto o DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvaloriza-se 0,56% a 5.503 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em baixa de 0,75%, atingindo a 2.687 pontos.
Na agenda desta sexta-feira (8), o destaque é a divulgação do Employment Report, aguardado pelos investidores por ser um importante termômetro da situação da economia norte-americana. No Brasil, atenção para o início da oferta da Multiplus e da PDG Realty na BM&F Bovespa e dados da produção industrial regional.
Nos EUA
Aguardado com grande expectativa, o Employment Report de janeiro é composto pelos seguintes indicadores: Nonfarm Payrolls, com o número de empregos gerados na economia, excluindo agricultura e pecuária; Taxa de Desemprego; Average Workweek, com as horas trabalhadas semanais; e Hourly Earnings, com a remuneração por hora trabalhada.
Já o Consumer Credit, divulgado pelo Fed, tem o objetivo de medir o volume de crédito oferecido ao consumidor. Na agenda de discursos, o secretário do Tesouro norte-americano, Tim Geithner, comparecerá à reunião de ministros das Finanças do G7 em Iqaluit, no Canadá. O presidente regional do Fed de St. Louis, James Bullard, fará discurso sobre política monetária na Universidade de Wahington.
Cenário interno
A FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga o IGP - DI (Índice Geral de Preços - DI) de janeiro . O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divula a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física, que acompanha a evolução do mercado de trabalho e da produção na indústria, só que agora em versão regional.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede inflação em todo o Brasil. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também divulgado pelo IBGE, é utilizado pelo Banco Central para acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.
Por último, o IBGE divulga a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil, que avalia os preços e custos dos materiais utilizados na construção civil.
Às 11h30, horário de Brasília, será publicada a compilação de indicadores sobre o desempenho do mercado de trabalho norte-americano em janeiro. Os analistas de mercado esperavam um corte de 15 mil postos de trabalho e a estabilização da taxa de desemprego em 10%.
No momento, i índice CAC 40 da bolsa de Paris se destaca, caindo 1,05% e atingindo 3.651 pontos. Já o FTSE 100 da bolsa de Londres negocia em baixa de 0,96% chegando a 5.090 pontos, enquanto o DAX 30 da bolsa de Frankfurt desvaloriza-se 0,56% a 5.503 pontos.
Já o Euro Stoxx 50, índice calculado pela agência Dow Jones e que mede o desempenho das 50 principais ações da Europa Continental opera em baixa de 0,75%, atingindo a 2.687 pontos.
Na agenda desta sexta-feira (8), o destaque é a divulgação do Employment Report, aguardado pelos investidores por ser um importante termômetro da situação da economia norte-americana. No Brasil, atenção para o início da oferta da Multiplus e da PDG Realty na BM&F Bovespa e dados da produção industrial regional.
Nos EUA
Aguardado com grande expectativa, o Employment Report de janeiro é composto pelos seguintes indicadores: Nonfarm Payrolls, com o número de empregos gerados na economia, excluindo agricultura e pecuária; Taxa de Desemprego; Average Workweek, com as horas trabalhadas semanais; e Hourly Earnings, com a remuneração por hora trabalhada.
Já o Consumer Credit, divulgado pelo Fed, tem o objetivo de medir o volume de crédito oferecido ao consumidor. Na agenda de discursos, o secretário do Tesouro norte-americano, Tim Geithner, comparecerá à reunião de ministros das Finanças do G7 em Iqaluit, no Canadá. O presidente regional do Fed de St. Louis, James Bullard, fará discurso sobre política monetária na Universidade de Wahington.
Cenário interno
A FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulga o IGP - DI (Índice Geral de Preços - DI) de janeiro . O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divula a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física, que acompanha a evolução do mercado de trabalho e da produção na indústria, só que agora em versão regional.
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulga o INPC (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), que mede inflação em todo o Brasil. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), também divulgado pelo IBGE, é utilizado pelo Banco Central para acompanhamento dos objetivos estabelecidos no sistema de metas de inflação.
Por último, o IBGE divulga a Pesquisa de Custos e Índices da Construção Civil, que avalia os preços e custos dos materiais utilizados na construção civil.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado em 04/02/2010
INFOMONEY - As bolsas europeias operam em baixa nesta quinta-feira (4), tendência alinhada ao outro lado do Atlântico, onde os mercados futuros dos EUA recuam. As cotações do petróleo e do ouro caem, favorecendo o dólar, que se valoriza frente às principais divisas do mundo – euro, libra e iene.
Nos Estados Unidos, destaque para o Factory Orders (13h00), que medirá o volume de pedidos feitos à indústria como um todo - bens duráveis e não duráveis – em dezembro.
Mais cedo, às 11h30, olhos atentos à dupla Initial Claims, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana na última semana; e Productivity & Costs, que mede a produtividade da mão-de-obra nos EUA, excluído o setor agropecuário.
No Velho Continente, o BCE (Banco Central Europeu) se encontra para definir o rumo da política monetária da Zona do Euro no mês de fevereiro. Já no Reino Unido, o BoE (Bank of England) também se reúne para delinear sua taxa básica de juro. Analistas estimam inércia nos dois comitês, com os juros básicos em 1% ao ano e 0,5% ao ano, respectivamente.
Resultados...
Em sessão repleta de resultados ao redor do mundo, a Toyota revelou lucro líquido de ¥ 153,2 bilhões (US$ 1,68 bilhão) no último trimestre, acima do previsto por analistas e da cifra vista no mesmo período do ano retrasado, quando listou prejuízo de ¥ 164,6 bilhões.
Ainda no Japão, a Sony também surpreendeu positivamente as projeções dos analistas, ao divulgar lucro líquido de ¥ 79,2 bilhões (US$ 861 milhões) no quarto trimestre de 2009, avanço de 84,6% frente ao montante de ¥ 10,4 bilhões – na base anual.
Em Amsterdã, a petrolífera Royal Dutch Shell apresentou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no último trimestre, melhor que o prejuízo de US$ 2,81 bilhões no mesmo período do ano passado. Contudo, os números vieram abaixo do estimado.
Já a Unilever relatou declínio de 27% no lucro líquido do último trimestre – na relação ano a ano –, que somou € 831 milhões no período. As vendas da companhia caíram 5%, para 9,66 bilhões.
...e mais resultados
Na Espanha, o Santander registrou lucro líquido de € 2,2 bilhões, acima do previsto por analistas (€ 2,12 bilhões) e dos ganhos listados em período igual de 2008, na casa de € 1,94 bilhão.
Encerrando o dilúvio de resultados, o alemão Deutsche Bank atingiu lucro líquido de € 1,3 bilhão no quarto trimestre de 2009, melhor que o previsto por analistas e acima das perdas vistas no último trimestre do ano retrasado, de € 4,8 bilhões.
Hedge contra inflação
“A inflação na China e a potencial bolha de seus ativos oferecem um suporte ao ouro”. A afirmação é de Alan Heap, analista do Citi, que discorre sobre a possibilidade de uma escalada do metal precioso quando as decorrências inflacionárias das baixas taxas de juros ao redor do mundo vierem à tona. Contudo, “as posições compradas líquidas (...) estão cinco vezes alavancadas em relação aos níveis médios vistos nos últimos 17 anos”, sendo esse o maior risco para o ouro no curto prazo, segundo o Citi.
Balanço anual
Passado um ano da administração Obama em Washington, Donald Marron, professor da Georgetown University e membro do Congressional Budget Office, avalia quais foram os acertos e os erros do presidente dos EUA. No lado positivo, a comissão fiscal e os impostos direcionados ao petróleo, ao gás natural e às empresas de carvão. Contudo, Marron critica a falta de uma meta no âmbito fiscal, além da política climática inexistente.
Por aqui
No Brasil, a ata do Copom retém o olhar do investidor, apontando para um cenário de recuperação econômica em que a inflação segue contida. Ainda no território nacional, a Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores) divulgará às 10h30 os dados sobre a venda e a produção de veículos durante o mês de janeiro.
No âmbito corporativo, destaque para o início de negociações das ações da Inpar, de sua oferta primária de ações. Além da estreia, há o encerramento do período de reserva e a fixação do preço por ação da oferta secundária da PDG Realty.
Também por aqui as empresas reportam seus desempenhos anuais, com destaque para o lucro de R$ 5,5 bilhões do Santander Brasil e de US$ 1,5 bilhão (recorrente) da Cielo em 2009.
Na agenda desta quinta-feira (4), o foco fica com a ata da última reunião do Copom. Além disso, haverá início das negociações com as ações ofertadas pela Inpar. Nos EUA, o mercado olha com atenção para o Initial Claims. Ainda na agenda, definições de política monetária pelo BCE e pelo Bank of England.
No Brasil
A ata do Copom domina as atenções por aqui. Após ter optado pela manutenção de juros em 8,75% ao ano em nota considerada lacônica pela LCA Consultores, investidores esperam que a ata da reunião traga mais esclarecimentos sobre quando e como acontecerá a próxima elevação da taxa básica de juros.
Ainda no cenário interno, a Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores) divulga dados sobre a venda e a produção de veículos durante o mês de janeiro.
Cenário externo
Nos Estados Unidos, será divulgada a prévia do Productivity & Costs, que mede a produtividade da mão-de-obra norte-americana, excluído o setor agropecuário. O estudo é divulgado pelo Departamento de Trabalho e a referência é o quarto trimestre.
Ainda nos EUA, será divulgado o Initial Claims semanal, até o dia 30 de janeiro, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana. O Departamento de Comércio dos EUA divulga o Factory Orders, que mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo - bens duráveis e não duráveis.
Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) se reúne para definir o rumo da política monetária da União Europeia para o mês de fevereiro. No Reino Unido, o Bank of England também define sua politica monetária para este mês.
Nos Estados Unidos, destaque para o Factory Orders (13h00), que medirá o volume de pedidos feitos à indústria como um todo - bens duráveis e não duráveis – em dezembro.
Mais cedo, às 11h30, olhos atentos à dupla Initial Claims, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana na última semana; e Productivity & Costs, que mede a produtividade da mão-de-obra nos EUA, excluído o setor agropecuário.
No Velho Continente, o BCE (Banco Central Europeu) se encontra para definir o rumo da política monetária da Zona do Euro no mês de fevereiro. Já no Reino Unido, o BoE (Bank of England) também se reúne para delinear sua taxa básica de juro. Analistas estimam inércia nos dois comitês, com os juros básicos em 1% ao ano e 0,5% ao ano, respectivamente.
Resultados...
Em sessão repleta de resultados ao redor do mundo, a Toyota revelou lucro líquido de ¥ 153,2 bilhões (US$ 1,68 bilhão) no último trimestre, acima do previsto por analistas e da cifra vista no mesmo período do ano retrasado, quando listou prejuízo de ¥ 164,6 bilhões.
Ainda no Japão, a Sony também surpreendeu positivamente as projeções dos analistas, ao divulgar lucro líquido de ¥ 79,2 bilhões (US$ 861 milhões) no quarto trimestre de 2009, avanço de 84,6% frente ao montante de ¥ 10,4 bilhões – na base anual.
Em Amsterdã, a petrolífera Royal Dutch Shell apresentou lucro líquido de US$ 1,96 bilhão no último trimestre, melhor que o prejuízo de US$ 2,81 bilhões no mesmo período do ano passado. Contudo, os números vieram abaixo do estimado.
Já a Unilever relatou declínio de 27% no lucro líquido do último trimestre – na relação ano a ano –, que somou € 831 milhões no período. As vendas da companhia caíram 5%, para 9,66 bilhões.
...e mais resultados
Na Espanha, o Santander registrou lucro líquido de € 2,2 bilhões, acima do previsto por analistas (€ 2,12 bilhões) e dos ganhos listados em período igual de 2008, na casa de € 1,94 bilhão.
Encerrando o dilúvio de resultados, o alemão Deutsche Bank atingiu lucro líquido de € 1,3 bilhão no quarto trimestre de 2009, melhor que o previsto por analistas e acima das perdas vistas no último trimestre do ano retrasado, de € 4,8 bilhões.
Hedge contra inflação
“A inflação na China e a potencial bolha de seus ativos oferecem um suporte ao ouro”. A afirmação é de Alan Heap, analista do Citi, que discorre sobre a possibilidade de uma escalada do metal precioso quando as decorrências inflacionárias das baixas taxas de juros ao redor do mundo vierem à tona. Contudo, “as posições compradas líquidas (...) estão cinco vezes alavancadas em relação aos níveis médios vistos nos últimos 17 anos”, sendo esse o maior risco para o ouro no curto prazo, segundo o Citi.
Balanço anual
Passado um ano da administração Obama em Washington, Donald Marron, professor da Georgetown University e membro do Congressional Budget Office, avalia quais foram os acertos e os erros do presidente dos EUA. No lado positivo, a comissão fiscal e os impostos direcionados ao petróleo, ao gás natural e às empresas de carvão. Contudo, Marron critica a falta de uma meta no âmbito fiscal, além da política climática inexistente.
Por aqui
No Brasil, a ata do Copom retém o olhar do investidor, apontando para um cenário de recuperação econômica em que a inflação segue contida. Ainda no território nacional, a Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores) divulgará às 10h30 os dados sobre a venda e a produção de veículos durante o mês de janeiro.
No âmbito corporativo, destaque para o início de negociações das ações da Inpar, de sua oferta primária de ações. Além da estreia, há o encerramento do período de reserva e a fixação do preço por ação da oferta secundária da PDG Realty.
Também por aqui as empresas reportam seus desempenhos anuais, com destaque para o lucro de R$ 5,5 bilhões do Santander Brasil e de US$ 1,5 bilhão (recorrente) da Cielo em 2009.
Na agenda desta quinta-feira (4), o foco fica com a ata da última reunião do Copom. Além disso, haverá início das negociações com as ações ofertadas pela Inpar. Nos EUA, o mercado olha com atenção para o Initial Claims. Ainda na agenda, definições de política monetária pelo BCE e pelo Bank of England.
No Brasil
A ata do Copom domina as atenções por aqui. Após ter optado pela manutenção de juros em 8,75% ao ano em nota considerada lacônica pela LCA Consultores, investidores esperam que a ata da reunião traga mais esclarecimentos sobre quando e como acontecerá a próxima elevação da taxa básica de juros.
Ainda no cenário interno, a Anfavea (Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores) divulga dados sobre a venda e a produção de veículos durante o mês de janeiro.
Cenário externo
Nos Estados Unidos, será divulgada a prévia do Productivity & Costs, que mede a produtividade da mão-de-obra norte-americana, excluído o setor agropecuário. O estudo é divulgado pelo Departamento de Trabalho e a referência é o quarto trimestre.
Ainda nos EUA, será divulgado o Initial Claims semanal, até o dia 30 de janeiro, com os pedidos de auxílio-desemprego na economia norte-americana. O Departamento de Comércio dos EUA divulga o Factory Orders, que mede o volume de pedidos feitos à indústria como um todo - bens duráveis e não duráveis.
Na Europa, o Banco Central Europeu (BCE) se reúne para definir o rumo da política monetária da União Europeia para o mês de fevereiro. No Reino Unido, o Bank of England também define sua politica monetária para este mês.
o Mercado em 03/01/2010 - Encerramento
BRASIL - Fonte: Valor Econômico
Depois de dois pregões de firme valorização, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) "andou de lado" conforme jargão de mercado. O Ibovespa oscilou apenas 572 pontos entre mínima e máxima antes de terminar o dia com queda de 0,08%, apontando 67.108 pontos. O giro financeiro somou R$ 6,14 bilhões.
Segundo o diretor da InTrader, Edson Hydalgo Júnior, tal comportamento do índice mostra bem o momento de indefinição do mercado, que lida com notícias externas díspares, enquanto continua acompanhando os problemas fiscais de países da Europa.
Tal indefinição também é captada pela análise gráfica. Segundo Júnior, o índice ganha direção de alta se retomar a linha dos 68 mil pontos. "Aí sim abre compra e o Ibovespa vai buscar os topos históricos."
Já a direção de baixa se forma se os 64 mil pontos forem perdidos. Neste caso, o próximo objetivo seria os 58 mil pontos. Caso isso acontecer, diz Júnior cria-se uma boa oportunidade de compra.
Em dia de pregão morno, foco no campo corporativo. OGX Petróleo ON liderou o volume de ponta a ponta. A ação movimentou mais de R$ 627 milhões, desbancando Petrobras e Vale que sempre se revezam na liderança em giro financeiro.
Tal demanda pela OGX foi ativada pelo anúncio de que o poço OGX-3, localizado em águas rasas da Bacia de Campos, tem um volume total de óleo recuperável estimado entre 500 milhões a 900 milhões de barris.
Vale lembrar que, na segunda-feira, a OGX já havia comunicado o fim da campanha de perfuração no poço OGX-4, também localizado na Bacia de Campos. Para essa área, o volume total de óleo recuperável foi estimado entre 100 milhões e 200 milhões de barris.
O papel ON terminou o dia com valorização de 6,14%, a R$ 19,00, maior alta entre os 63 ativos listados. Com a divulgação da notícia, a Itaú Corretora reforçou a recomendação "outperform" (acima da média do mercado) para o papel e elevou o preço justo de R$ 22,90 para R$ 24,10.
As opções sobre as ações da OGX também entraram em ebulição. A série de compra para o exercício de segunda-feira a R$ 18,00, subiu 166,66%, para R$ 1,04. Até séries com vencimento em julho entraram em leilão dada às bruscas mudanças de preço.
Os carros-chefes terminaram o dia em baixa e parte da pressão de venda sobre esses ativos tem alguma relação com o mercado de opções.
Os agentes carregam grandes posições vendidas (apostas de baixa no preço do papel) e vão brigar para impedir uma alta de preço, pois nesse caso perdem elevada quantia de dinheiro.
A ação PN da Petrobras terminou com baixa de 0,17%, a R$ 34,04, enquanto Vale PNA perdeu 0,32%, a R$ 43,52. Cada uma das ações movimentou mais de R$ 500 milhões.
Bancos e siderúrgicas também perderam valor. Gerdau PN recuou 0,26%, a R$ 26,53, e Banco do Brasil ON devolveu 2,45%, a R$ 29,85, depois de subir 7,54% nas últimas duas sessões.
No setor de varejo, Lojas Renner ON foi destaque, ganhando 5,64%, a R$ 38,77, seguindo comentário positivos vindo de analistas externos. Forte valorização, também, para MMX Miner ON, que subiu 5,44%, a R$ 14,32.
Ainda na ponta de compra, Brasil Telecom PN e BRF Foods ON avançaram mais de 3% cada, e Embraer ON e Lojas Americanas PN subiram mais de 2%.
Na ponta de venda, as ações da Eletrobrás passaram por forte ajuste de baixa, O papel PNB devolveu 5,0%, a R$ 31,35, e o ON cedeu 4,56%, a R$ 27,20.
PDG Realty perdeu 2,32%, a R$ 15,15. Hoje terminou o período de reserva para a oferta de ações da empresa e amanhã é anunciado o preço de emissão. Normalmente os agentes tentam reduzir a cotação do papel para pagar menos por ele na oferta.
Fora do índice, Telebrás PN saltou 20,46%, a R$ 2,59, com mais de R$ 224 milhões em volume, quarto maior giro do dia, perdendo apenas para OGX, Petrobras e Vale. Segue a especulação em torno da reativação da estatal. Movimentação atípica, também, com Hotéis Othon PN, que disparou 32,91%, para R$ 1,05.
(Eduardo Campos Valor)
EUA (Fonte: Valor Econômico - 04/02/2010)
Os índices Dow Jones e Standard and Poor´s 500 fecharam em queda na quarta-feira, após a perspectiva decepcionante da Pfizer pesar sobre o setor de saúde. Ao mesmo tempo, a promessa de o presidente americano, Barack Obama, concluir reformas nesse setor bem como no bancário reavivou temores de um aumento na regulação.
O Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 0,26%, para 10.270 pontos. O S&P 500 perdeu 0,55%, para 1.097 pontos. Mas o Nasdaq teve oscilação positiva de 0,04%, a 2.190 pontos.
O presidente Barack Obama reiterou sua promessa de supervisionar o sistema de saúde e de impor reformas regulatórias mais rígidas sobre Wall Street, o que salientou o risco político que derrubou as ações americanas nas últimas semanas. O setor bancário também teve um mau desempenho, com temores de que o governo irá limitar operações em grandes companhias. O índice KBW de bancos cedeu 2,4%. Dados macroeconômicos também renovaram preocupações com um crescimento econômico apático.
Os papéis da Pfizer recuaram 2,3%, liderando um declínio geral em setores ligados à saúde, após a maior fabricante de remédios do mundo ter divulgado um lucro trimestral abaixo da expectativas de Wall Street. A empresa também informou uma previsão de lucro abaixo do estimado.
As ações europeias encerraram em queda e interromperam um rali de três dias, com preocupações sobre a saúde da economia de países periféricos da zona do euro servindo como argumento para investidores realizarem lucros recentes. O índice FTSEurofirst 300, que mede a variação dos principais papéis do continente, terminou em queda de 0,6%, a 1.020 pontos.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 0,57%, a 5.253 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,66%, para 5.672 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,49%, a 3.793 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,09%, para 22.169 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 2,27%, a 10.888 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em queda de 2,84%, para 7.832 pontos
Depois de dois pregões de firme valorização, a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) "andou de lado" conforme jargão de mercado. O Ibovespa oscilou apenas 572 pontos entre mínima e máxima antes de terminar o dia com queda de 0,08%, apontando 67.108 pontos. O giro financeiro somou R$ 6,14 bilhões.
Segundo o diretor da InTrader, Edson Hydalgo Júnior, tal comportamento do índice mostra bem o momento de indefinição do mercado, que lida com notícias externas díspares, enquanto continua acompanhando os problemas fiscais de países da Europa.
Tal indefinição também é captada pela análise gráfica. Segundo Júnior, o índice ganha direção de alta se retomar a linha dos 68 mil pontos. "Aí sim abre compra e o Ibovespa vai buscar os topos históricos."
Já a direção de baixa se forma se os 64 mil pontos forem perdidos. Neste caso, o próximo objetivo seria os 58 mil pontos. Caso isso acontecer, diz Júnior cria-se uma boa oportunidade de compra.
Em dia de pregão morno, foco no campo corporativo. OGX Petróleo ON liderou o volume de ponta a ponta. A ação movimentou mais de R$ 627 milhões, desbancando Petrobras e Vale que sempre se revezam na liderança em giro financeiro.
Tal demanda pela OGX foi ativada pelo anúncio de que o poço OGX-3, localizado em águas rasas da Bacia de Campos, tem um volume total de óleo recuperável estimado entre 500 milhões a 900 milhões de barris.
Vale lembrar que, na segunda-feira, a OGX já havia comunicado o fim da campanha de perfuração no poço OGX-4, também localizado na Bacia de Campos. Para essa área, o volume total de óleo recuperável foi estimado entre 100 milhões e 200 milhões de barris.
O papel ON terminou o dia com valorização de 6,14%, a R$ 19,00, maior alta entre os 63 ativos listados. Com a divulgação da notícia, a Itaú Corretora reforçou a recomendação "outperform" (acima da média do mercado) para o papel e elevou o preço justo de R$ 22,90 para R$ 24,10.
As opções sobre as ações da OGX também entraram em ebulição. A série de compra para o exercício de segunda-feira a R$ 18,00, subiu 166,66%, para R$ 1,04. Até séries com vencimento em julho entraram em leilão dada às bruscas mudanças de preço.
Os carros-chefes terminaram o dia em baixa e parte da pressão de venda sobre esses ativos tem alguma relação com o mercado de opções.
Os agentes carregam grandes posições vendidas (apostas de baixa no preço do papel) e vão brigar para impedir uma alta de preço, pois nesse caso perdem elevada quantia de dinheiro.
A ação PN da Petrobras terminou com baixa de 0,17%, a R$ 34,04, enquanto Vale PNA perdeu 0,32%, a R$ 43,52. Cada uma das ações movimentou mais de R$ 500 milhões.
Bancos e siderúrgicas também perderam valor. Gerdau PN recuou 0,26%, a R$ 26,53, e Banco do Brasil ON devolveu 2,45%, a R$ 29,85, depois de subir 7,54% nas últimas duas sessões.
No setor de varejo, Lojas Renner ON foi destaque, ganhando 5,64%, a R$ 38,77, seguindo comentário positivos vindo de analistas externos. Forte valorização, também, para MMX Miner ON, que subiu 5,44%, a R$ 14,32.
Ainda na ponta de compra, Brasil Telecom PN e BRF Foods ON avançaram mais de 3% cada, e Embraer ON e Lojas Americanas PN subiram mais de 2%.
Na ponta de venda, as ações da Eletrobrás passaram por forte ajuste de baixa, O papel PNB devolveu 5,0%, a R$ 31,35, e o ON cedeu 4,56%, a R$ 27,20.
PDG Realty perdeu 2,32%, a R$ 15,15. Hoje terminou o período de reserva para a oferta de ações da empresa e amanhã é anunciado o preço de emissão. Normalmente os agentes tentam reduzir a cotação do papel para pagar menos por ele na oferta.
Fora do índice, Telebrás PN saltou 20,46%, a R$ 2,59, com mais de R$ 224 milhões em volume, quarto maior giro do dia, perdendo apenas para OGX, Petrobras e Vale. Segue a especulação em torno da reativação da estatal. Movimentação atípica, também, com Hotéis Othon PN, que disparou 32,91%, para R$ 1,05.
(Eduardo Campos Valor)
EUA (Fonte: Valor Econômico - 04/02/2010)
Os índices Dow Jones e Standard and Poor´s 500 fecharam em queda na quarta-feira, após a perspectiva decepcionante da Pfizer pesar sobre o setor de saúde. Ao mesmo tempo, a promessa de o presidente americano, Barack Obama, concluir reformas nesse setor bem como no bancário reavivou temores de um aumento na regulação.
O Dow Jones, referência da bolsa de Nova York, recuou 0,26%, para 10.270 pontos. O S&P 500 perdeu 0,55%, para 1.097 pontos. Mas o Nasdaq teve oscilação positiva de 0,04%, a 2.190 pontos.
O presidente Barack Obama reiterou sua promessa de supervisionar o sistema de saúde e de impor reformas regulatórias mais rígidas sobre Wall Street, o que salientou o risco político que derrubou as ações americanas nas últimas semanas. O setor bancário também teve um mau desempenho, com temores de que o governo irá limitar operações em grandes companhias. O índice KBW de bancos cedeu 2,4%. Dados macroeconômicos também renovaram preocupações com um crescimento econômico apático.
Os papéis da Pfizer recuaram 2,3%, liderando um declínio geral em setores ligados à saúde, após a maior fabricante de remédios do mundo ter divulgado um lucro trimestral abaixo da expectativas de Wall Street. A empresa também informou uma previsão de lucro abaixo do estimado.
As ações europeias encerraram em queda e interromperam um rali de três dias, com preocupações sobre a saúde da economia de países periféricos da zona do euro servindo como argumento para investidores realizarem lucros recentes. O índice FTSEurofirst 300, que mede a variação dos principais papéis do continente, terminou em queda de 0,6%, a 1.020 pontos.
Em Londres, o índice Financial Times fechou em baixa de 0,57%, a 5.253 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,66%, para 5.672 pontos. Em Paris, o índice CAC-40 perdeu 0,49%, a 3.793 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Mib teve desvalorização de 1,09%, para 22.169 pontos. Em Madri, o índice Ibex-35 retrocedeu 2,27%, a 10.888 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 encerrou em queda de 2,84%, para 7.832 pontos
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Perspectiva do mercado em 03/02/2010
Hoje o mercado tende a continuar o movimento dos ultimos dois dias e seguir a onda de altas modestas. Ontem, o mercado nos EUA viram um ínicio turbulento em um dia de bons rallies com a divulgação de bons resultados da UPS, Ford, Dow Chemical entre ontras. O S&P500 subiu 2.7% e o Dow Jones 1.1%.
No Brasil, o índice seguiu o movimento nos EUA, fechando em alta de 0.89% aos 67.163 pontos, com destaques para as ações da Gol, Tam, Tim, e Rossi.
As bolsas europeias sobem nesta quarta-feira (3), tendência alinhada ao outro lado do Atlântico, onde os mercados futuros dos EUA sobem. A cotação do petróleo avança, em linha com a do ouro, desfavorecendo o dólar, que se desvaloriza frente ao euro e a libra, mas se aprecia diante do iene.
Nos EUA, olhos atentos ao ISM Services (13h00), que avalia o nível de atividade não-industrial. Mais cedo, há o ADP Employment Report (11h30), com o número de postos de trabalho no setor privado. Às 13h30, a EIA (Energy Information Administration) anunciará a medição dos Estoques de Petróleo.
No Velho Continente, a confiança do consumidor do Reino Unido subiu para 73 pontos em janeiro, avanço de 3 pontos em relação ao mês de dezembro. Já o PMI (Purchasing Managers Index) da Zona do Euro, em versão final, ficou abaixo da última medição, ao marcar 53,7 pontos. Contudo, ainda está acima dos 50 pontos, o que indica expansão.
Retirada
O Bank of China anunciou a retirada do desconto concedido pelo governo nas taxas hipotecárias, dando sinais de que haverá mais intervenção por parte de Pequim, como resposta à forte expansão de crédito em 2009. O governo se preocupa com uma possível bolha no mercado imobiliário, à medida que os preços dos imóveis subiram 7,8% em dezembro, na comparação anual.
40 vezes pior que a crise?
Em meio ao crescente endividamento dos governos ao redor do mundo, o analista Dylan Grice do Société Generale se preocupa com o horizonte, que poderá vivenciar diversos defaults. “Não vejo como nossos governos poderão pagar. As dívidas líquidas da União Europeia e dos EUA somam sozinhas cerca de US$ 135 trilhões. Esse montante é 40 vezes o custo da crise financeira de 2008”, completa o analista.
Ásia em destaque
Conforme o olhar do Citi, o crescimento da influência da Ásia ao redor do mundo é um fenômeno que terá implicações políticas e econômicas, e será apenas um dos dez temas a se atentar no continente oriental durante a próxima década. Dentre os pontos listados pelo banco, destaque para a expectativa de maior integração entre os países da região; e de internacionalização da divisa chinesa.
Aperto na recuperação
Diante da expansão anualizada de 5,7% no PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA do último trimestre, cresce o sentimento de que a recuperação em forma de “V” pode até ser possível. Contudo, para Jan Hatzius – economista do Goldman Sachs – tal trajetória não é (e nem será) vista. O analista observa que, ao contrário de recessões passadas (que foram causadas pelo aperto monetário do Federal Reserve), essa contração é consoante com uma política monetária muito flexível do Fed, que elevará a taxa básica de juro enquanto a recuperação ainda ocorre.
Para Niels Jensen, gestor da Absolute Return Patners, ainda existe muita dívida para ser desalavancada no mundo – especialmente pelos governos. “Anos de dívidas excessivas acumuladas não podem ser revertidos em 18 meses, e demorará ao menos de 5 a 6 anos para as mesmas serem saneadas”, completa o gestor, que não descarta um maior período de desalavancagem. Em adição, Jensen ressalta o aumento da dívida pública e a redução da dívida privada para decorrência da crise, o que queima “dinheiro de gerações futuras”.
Ofertas em foco
No Brasil, destaque para o encerramento do período de reserva da oferta secundária de ações da PDG Realty. Ainda no âmbito corporativo, há também o término do período de reserva e a fixação do preço por ação da oferta primária de ações da Multiplus.
Recomendações e acertos
O UBS elevou a recomendação dos papéis da Vale, de neutro para compra, ao ressaltar o valuation atrativo das mesmas. Além disso, os analistas ressaltaram a expectativa de que a demanda física será forte no primeiro semestre de 2010. Por outro lado, o banco vê fraqueza no momentum das ações, o que deverá gerar uma correção no curto prazo.
Já na Austrália, a Rio Tinto acertou aumento de 40% no sistema benchmark do minério de ferro com as siderúrgicas do Japão e da Coreia do Sul, conforme listado no 21st Century Business Herald. Segundo o periódico, as siderúrgicas chinesas não aceitarão elevação superior a 30% no contrato. Contudo, vale destacar que ainda não há nenhuma confirmação oficial.
No Brasil, o índice seguiu o movimento nos EUA, fechando em alta de 0.89% aos 67.163 pontos, com destaques para as ações da Gol, Tam, Tim, e Rossi.
As bolsas europeias sobem nesta quarta-feira (3), tendência alinhada ao outro lado do Atlântico, onde os mercados futuros dos EUA sobem. A cotação do petróleo avança, em linha com a do ouro, desfavorecendo o dólar, que se desvaloriza frente ao euro e a libra, mas se aprecia diante do iene.
Nos EUA, olhos atentos ao ISM Services (13h00), que avalia o nível de atividade não-industrial. Mais cedo, há o ADP Employment Report (11h30), com o número de postos de trabalho no setor privado. Às 13h30, a EIA (Energy Information Administration) anunciará a medição dos Estoques de Petróleo.
No Velho Continente, a confiança do consumidor do Reino Unido subiu para 73 pontos em janeiro, avanço de 3 pontos em relação ao mês de dezembro. Já o PMI (Purchasing Managers Index) da Zona do Euro, em versão final, ficou abaixo da última medição, ao marcar 53,7 pontos. Contudo, ainda está acima dos 50 pontos, o que indica expansão.
Retirada
O Bank of China anunciou a retirada do desconto concedido pelo governo nas taxas hipotecárias, dando sinais de que haverá mais intervenção por parte de Pequim, como resposta à forte expansão de crédito em 2009. O governo se preocupa com uma possível bolha no mercado imobiliário, à medida que os preços dos imóveis subiram 7,8% em dezembro, na comparação anual.
40 vezes pior que a crise?
Em meio ao crescente endividamento dos governos ao redor do mundo, o analista Dylan Grice do Société Generale se preocupa com o horizonte, que poderá vivenciar diversos defaults. “Não vejo como nossos governos poderão pagar. As dívidas líquidas da União Europeia e dos EUA somam sozinhas cerca de US$ 135 trilhões. Esse montante é 40 vezes o custo da crise financeira de 2008”, completa o analista.
Ásia em destaque
Conforme o olhar do Citi, o crescimento da influência da Ásia ao redor do mundo é um fenômeno que terá implicações políticas e econômicas, e será apenas um dos dez temas a se atentar no continente oriental durante a próxima década. Dentre os pontos listados pelo banco, destaque para a expectativa de maior integração entre os países da região; e de internacionalização da divisa chinesa.
Aperto na recuperação
Diante da expansão anualizada de 5,7% no PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA do último trimestre, cresce o sentimento de que a recuperação em forma de “V” pode até ser possível. Contudo, para Jan Hatzius – economista do Goldman Sachs – tal trajetória não é (e nem será) vista. O analista observa que, ao contrário de recessões passadas (que foram causadas pelo aperto monetário do Federal Reserve), essa contração é consoante com uma política monetária muito flexível do Fed, que elevará a taxa básica de juro enquanto a recuperação ainda ocorre.
Para Niels Jensen, gestor da Absolute Return Patners, ainda existe muita dívida para ser desalavancada no mundo – especialmente pelos governos. “Anos de dívidas excessivas acumuladas não podem ser revertidos em 18 meses, e demorará ao menos de 5 a 6 anos para as mesmas serem saneadas”, completa o gestor, que não descarta um maior período de desalavancagem. Em adição, Jensen ressalta o aumento da dívida pública e a redução da dívida privada para decorrência da crise, o que queima “dinheiro de gerações futuras”.
Ofertas em foco
No Brasil, destaque para o encerramento do período de reserva da oferta secundária de ações da PDG Realty. Ainda no âmbito corporativo, há também o término do período de reserva e a fixação do preço por ação da oferta primária de ações da Multiplus.
Recomendações e acertos
O UBS elevou a recomendação dos papéis da Vale, de neutro para compra, ao ressaltar o valuation atrativo das mesmas. Além disso, os analistas ressaltaram a expectativa de que a demanda física será forte no primeiro semestre de 2010. Por outro lado, o banco vê fraqueza no momentum das ações, o que deverá gerar uma correção no curto prazo.
Já na Austrália, a Rio Tinto acertou aumento de 40% no sistema benchmark do minério de ferro com as siderúrgicas do Japão e da Coreia do Sul, conforme listado no 21st Century Business Herald. Segundo o periódico, as siderúrgicas chinesas não aceitarão elevação superior a 30% no contrato. Contudo, vale destacar que ainda não há nenhuma confirmação oficial.
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
Perspectiva do Mercado em 02/02/2010
Os mercados na Europa e o Futuro nos EUA, operam em alta de 0,2% (FTSE) a 0,7% (DAX). O mercado europeu começou operando em baixa sob influência do resultado abaixo da expectativa anunciado pela britânica BP (maior petrolífera da Europa). Com a divulgação de resultados positivos no Japão, com o anuncio do banco central australiano de manutenção nas taxas de juros e da alta nos futuros dos EUA, os mercados na Europa passaram a operar no azul, onde se mantém até o momento.
Na agenda desta terça-feira (2), os investidores observarão principalmente a Pesquisa Industrial Mensal, que traz, entre outros dados, a produção industrial no mês de dezembro. Também haverá a precificação da oferta primária da Inpar.
No front externo, atenções concentram-se no discurso que Timothy Geithner, secretário do Tesouro norte-americano, fará no Comitê Financeiro do Senado sobre o orçamento para o ano fiscal de 2011. Ainda na agenda, Pending Home Sales e a venda de veículos em janeiro. Além disso, a temporada de divulgação de balanços das empresas prossegue.
No Brasil
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divula a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física Brasil, que acompanha a evolução do mercado de trabalho e da produção na indústria. Também será divulgado o IPC ( Índice de Preços ao Consumidor) medido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas).
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Pending Home Sales, que traz o número de casas existentes já vendidas, mas ainda sem assinatura de contrato. Ainda na agenda, a divulgação de dados referentes às vendas de automóveis no país em janeiro.
O secretário do Tesouro norte-americano fala ao Senado sobre o orçamento para o próximo ano fiscal. Já o presidente do Conselho de Recuperação Econômica, Paul Vocker, fala ao Comitê Bancário do Senado sobre regulações para restringir atividades de risco entre bancos.
Balanços corporativos
As seguintes empresas divulgarão resultados:
Dow Chemical: Antes do mercado
Hershey Foods: Antes do mercado
Kraft Foods: Antes do mercado
Whirpool: Antes do mercado
Metlife: Após o mercado
Newscorp: Após o mercado
Na agenda desta terça-feira (2), os investidores observarão principalmente a Pesquisa Industrial Mensal, que traz, entre outros dados, a produção industrial no mês de dezembro. Também haverá a precificação da oferta primária da Inpar.
No front externo, atenções concentram-se no discurso que Timothy Geithner, secretário do Tesouro norte-americano, fará no Comitê Financeiro do Senado sobre o orçamento para o ano fiscal de 2011. Ainda na agenda, Pending Home Sales e a venda de veículos em janeiro. Além disso, a temporada de divulgação de balanços das empresas prossegue.
No Brasil
O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divula a Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física Brasil, que acompanha a evolução do mercado de trabalho e da produção na indústria. Também será divulgado o IPC ( Índice de Preços ao Consumidor) medido pela Fipe (Fundação Instituto de Pesquisa Econômicas).
Cenário externo
Nos EUA, será divulgado o Pending Home Sales, que traz o número de casas existentes já vendidas, mas ainda sem assinatura de contrato. Ainda na agenda, a divulgação de dados referentes às vendas de automóveis no país em janeiro.
O secretário do Tesouro norte-americano fala ao Senado sobre o orçamento para o próximo ano fiscal. Já o presidente do Conselho de Recuperação Econômica, Paul Vocker, fala ao Comitê Bancário do Senado sobre regulações para restringir atividades de risco entre bancos.
Balanços corporativos
As seguintes empresas divulgarão resultados:
Dow Chemical: Antes do mercado
Hershey Foods: Antes do mercado
Kraft Foods: Antes do mercado
Whirpool: Antes do mercado
Metlife: Após o mercado
Newscorp: Após o mercado
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Perspectiva do Mercado em 01/02/2010 e para a semana
Esta semana, o mercado exigirá cautela e movimentos precisos dos investidores. O índice Bovespa (IBOV)terminou a sexta-feira (29) abaixo dos 66 mil pontos, considerado um suporte importante pelos analistas gráficos, com muitos papéis perdendo o suporte, indicando possibilidades de mais perdas. (suporte - fundo da evolução de preços de um gráfico, onde houve acumulo de negociações em alguns pregões). O Ibovespa agora deve testar uma linha um pouco mais fraca, dos 64.200 pontos - que o índice vem respeitando nas últimas sessões.
No entanto, se a pontuação for abaixo deste nível, Coelho acredita que é interessante fazer opções de hedge pois muitos analistas descartam saída do mercado, algo que não me parece ruim uma vez que a preservação de capital permite movimentos mais tranquilos após o período de correção de preços. Os analistas apontam que, por enquanto, ainda não se viu movimento de reversão da tendência de queda, e por isso a cautela é necessária.
Migração
Entre os motivos para o mau humor dos mercados, estáa retirada de dinheiro estrangeiro, o ano eleitoral, além de certo embolso de lucros, já que as principais bolsas tiveram altas expressivas no último ano (em dólar, 145%, explicando a saída em massa do investidor estrangeiro na semana passada).
Com este cenário, o CDI registrou leve alta. “Já é possível observar um pequeno movimento de mudança do capital da renda variável para a renda fixa”, apontam analistas. E aí salientam que a migração é pequena e não sugere nada grave. “É normal, é uma defesa do investidor e do próprio capital”, dizem.
Expectativas lá fora
Para muitos, o que preocupa mesmo são notícias do cenário internacional. No caso da China, por exemplo, o excesso de crescimento gera expectativa de redução no investimento, o que impacta grande parte das economias mundiais, dado o tamanho do país asiático.
Nos EUA, mesmo com o PIB (Produto Interno Bruto) para o quarto trimestre de 2009 um pouco acima do esperado, a situação do emprego não mostrou avanços. Apesar da expansão da economia, ainda não houve contingente significativo de contratações nos Estados Unidos.
O Employment Report será muito importante. O relatório, que traz, entre outros dados, a taxa de desemprego e o número de vagas criadas, poderá mostrar se o crescimento está tendo reflexo positivo no mercado de trabalho nos EUA, coisa que ainda não aconteceu.
Mercado interno
No longo prazo, analistas ainda trabalham com hipótese de c.rescimento de cerca de 20% para o Ibovespa. Uma das recomendações é ficar mais exposto a empresas que trabalhem voltadas para o mercado interno, além dos bancos, que também podem ser boa opção Já as exportadoras, que dependem do humor da economia internacional, ainda têm previsão de expansão mais lenta.
Agenda
Na agenda desta segunda-feira (1), o destaque no cenário interno fica com o PMI Indústria e o encerramento do período de reserva para a oferta da Inpar. No EUA, investidores observam com atenção indicadores relativos aos gastos e ganhos pessoais e ao ISM Index, um índice de atividade do país.
No Brasil
No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial.
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga seu Índice de Preços ao Consumidor - Semanal, referente à quarta quadrissemana do mês. Ainda nesta segunda, será divulgado o PMI Indústria, que mede a atividade industrial brasileira. No Brasil, o indicador é compilado pela empresa internacional de pesquisas Markit Economics em parceria com o HSBC.
Cenário externo
Nos EUA, o Departamento de Comércio divulga o Personal Income e o Personal Spending, que avaliam a renda e o gasto pessoal, respectivamente, do cidadão norte-americano.
Destaque ainda para a divulgação do Construction Spending pelo Departamento de Comércio. O índice mede os gastos públicos e privados decorrentes da construção de imóveis. A Associação de Executivos de Compras norte-americanos divulga o ISM Index (Institute of Supply Managers Index), responsável pela mensuração do nível de atividade industrial nos EUA.
Indicadores Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Personal Income 11h30 Dezembro 0,4% 0,3%
Personal Spending 11h30 Dezembro 0,5% 0,2%
Construction Spending 13h00 Dezembro -0,6% -0,3%
ISM Index 13h00 Janeiro 55,9 pontos 56,7 pontos
No entanto, se a pontuação for abaixo deste nível, Coelho acredita que é interessante fazer opções de hedge pois muitos analistas descartam saída do mercado, algo que não me parece ruim uma vez que a preservação de capital permite movimentos mais tranquilos após o período de correção de preços. Os analistas apontam que, por enquanto, ainda não se viu movimento de reversão da tendência de queda, e por isso a cautela é necessária.
Migração
Entre os motivos para o mau humor dos mercados, estáa retirada de dinheiro estrangeiro, o ano eleitoral, além de certo embolso de lucros, já que as principais bolsas tiveram altas expressivas no último ano (em dólar, 145%, explicando a saída em massa do investidor estrangeiro na semana passada).
Com este cenário, o CDI registrou leve alta. “Já é possível observar um pequeno movimento de mudança do capital da renda variável para a renda fixa”, apontam analistas. E aí salientam que a migração é pequena e não sugere nada grave. “É normal, é uma defesa do investidor e do próprio capital”, dizem.
Expectativas lá fora
Para muitos, o que preocupa mesmo são notícias do cenário internacional. No caso da China, por exemplo, o excesso de crescimento gera expectativa de redução no investimento, o que impacta grande parte das economias mundiais, dado o tamanho do país asiático.
Nos EUA, mesmo com o PIB (Produto Interno Bruto) para o quarto trimestre de 2009 um pouco acima do esperado, a situação do emprego não mostrou avanços. Apesar da expansão da economia, ainda não houve contingente significativo de contratações nos Estados Unidos.
O Employment Report será muito importante. O relatório, que traz, entre outros dados, a taxa de desemprego e o número de vagas criadas, poderá mostrar se o crescimento está tendo reflexo positivo no mercado de trabalho nos EUA, coisa que ainda não aconteceu.
Mercado interno
No longo prazo, analistas ainda trabalham com hipótese de c.rescimento de cerca de 20% para o Ibovespa. Uma das recomendações é ficar mais exposto a empresas que trabalhem voltadas para o mercado interno, além dos bancos, que também podem ser boa opção Já as exportadoras, que dependem do humor da economia internacional, ainda têm previsão de expansão mais lenta.
Agenda
Na agenda desta segunda-feira (1), o destaque no cenário interno fica com o PMI Indústria e o encerramento do período de reserva para a oferta da Inpar. No EUA, investidores observam com atenção indicadores relativos aos gastos e ganhos pessoais e ao ISM Index, um índice de atividade do país.
No Brasil
No Brasil, o Banco Central divulga nesta segunda-feira o tradicional Relatório Focus, que compila a opinião das instituições financeiras sobre os principais índices macroeconômicos do País. O Ministério do Desenvolvimento publica a Balança Comercial.
A FGV (Fundação Getulio Vargas) divulga seu Índice de Preços ao Consumidor - Semanal, referente à quarta quadrissemana do mês. Ainda nesta segunda, será divulgado o PMI Indústria, que mede a atividade industrial brasileira. No Brasil, o indicador é compilado pela empresa internacional de pesquisas Markit Economics em parceria com o HSBC.
Cenário externo
Nos EUA, o Departamento de Comércio divulga o Personal Income e o Personal Spending, que avaliam a renda e o gasto pessoal, respectivamente, do cidadão norte-americano.
Destaque ainda para a divulgação do Construction Spending pelo Departamento de Comércio. O índice mede os gastos públicos e privados decorrentes da construção de imóveis. A Associação de Executivos de Compras norte-americanos divulga o ISM Index (Institute of Supply Managers Index), responsável pela mensuração do nível de atividade industrial nos EUA.
Indicadores Horário de Brasília Referência Anterior Expectativa
Personal Income 11h30 Dezembro 0,4% 0,3%
Personal Spending 11h30 Dezembro 0,5% 0,2%
Construction Spending 13h00 Dezembro -0,6% -0,3%
ISM Index 13h00 Janeiro 55,9 pontos 56,7 pontos
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