Após o quarto dia seguido de quedas nas bolsas mundiais, o dia começa com as bolsas européias operando em baixa, pressionadas pelas ações do setor financeiro. Os rumores de que o Bank of China parou de realizar novos empréstimos corporativos, em linha com a nova política monetária adotada pelo governo chinês para evitar o avanço da inflação, contribuem para o recuo dos papéis, além da expectativa pela reunião de política monetária do Federal Reserve.
Para os indicadores a serem divulgados hoje, em dia de agenda recheada, as atenções estarão centradas nos comunicados emitidos pelo Copom (Comitê de Política Monetária) e pelo Fomc (Federal Open Market Comittee), sobre a política monetária de Brasil e EUA. Por aqui, ainda haverá início da temporada de balanços e fixação do preço por ação da oferta da Aliansce na BM&F Bovespa.
Cena Interna
Nesta quarta-feira, acontece o segundo dia de reunião do Copom, que decide o rumo da taxa básica de juro (Selic) do País. É consenso entre os analistas do mercado que a taxa deve ser mantida nos atuais 8,75% ao ano, sendo que a maior expectativa fica para o comunicado do encontro, que pode dar sinais sobre como deve se dar a retirada gradual dos estímulos econômicos.
Cenário externo
Nos EUA,as atenções se concentram no segundo dia de reunião do Fomc, em que haverá a divulgação da decisão da taxa de juros para o país. Não há expectativa de aumento na Fed Funds Rate, que atualmente está entre 0% e 0,25% ao ano, já que na última ata o Fed prometeu manter juros baixos por um longo período de tempo. No entanto, o mercado aguarda sinalizações sobre quando e como a autoridade monetária dará início à retirada de estímulos à economia dos Estados Unidos.
Ainda nesta quarta, será divulgado o New Home Sales, que mede o número de casas novas com compromisso de venda no país. A EIA (Energy Information Administration) divulga a medição dos Estoques de Petróleo.
Também haverá testemunho do secretário do Tesouro norte-americano, Tim Geithner, sobre a AIG. No final da noite, os EUA param para assistir ao discurso anual do presidente do país, Barack Obama, em sessão conjunta do Congresso.
Vale ficar atento a uma possivel realização pois existem evidencias de que uma bolha esteja prestes a estourar. Quem puder ler o link abaixo, entenderá melhor a realidade da situação econômica mundial, em análise elaborada por Roubini, o guru que preveu a bolha do subprime.
http://www.cnbc.com/id/35078010
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