Após a crise econômica que assolou os mercados mundiais, dados da atividade econômica nos países industrializados voltam a mostrar crescimento, ou pelo menos, desaceleração na queda. O avanço em 2,8% estimado da economia norte-americana no terceiro trimestre, a projeção da volta do crescimento econômico para o quarto trimestre deste ano no Reino Unido e o crescimento acima da média nas economias brasileira e da América Latina, demonstra que uma recuperação sustentável parece ser possível. Com a atividade econômica em crescimento os índices gerais de preços poderão acompanhar a trajetória ascendente, o que obrigará os bancos centrais a iniciarem um ciclo de aperto monetário antes que a ociosidade hoje presente no setor produtivo seja eliminada. Os governos terão tempos difíceis pela frente e precisarão acertar o momento correto para mudanças: a retirada dos estímulos não poderá ser cedo ou forte demais com a possibilidade de uma nova recessão e colapso financeiro, mas tampouco tardiamente levando a um superaquecimento econômico, acompanhado de descontrole fiscal e acabar alimentando uma nova e perigosa bolha de preços como da crise passada.
Fonte: ADVFN
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